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3º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa

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No próximo mês de julho de 2015 realiza-se o 3º Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, que decorrerá na Torreira, Murtosa - Portugal.

O Congresso é organizado numa parceria entre a Associação Portuguesa de Educação Ambiental, a Fábrica Centro Ciência Viva da Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal da Murtosa.

Esperamos a participação de mais de 300 participantes dos países e comunidades de língua portuguesa e Galiza para partilharem as suas experiências, projetos, metodologias e investigações/pesquisas.

Sobre o tema "Educação Ambiental: travessias e encontros para os bens comuns", este espaço de reunião não será um fim mas uma parte do processo de fortalecimento das redes e comunidades, no espaço lusófono e Galiza, que atuam no campo da Educação Ambiental. Nele pretende-se colocar a interrogação de como enquadrar a questão ambiental nas chaves e nos desafios partindo das ideias sobre o que as pessoas associam, entendem e necessitam para conseguir o seu bem-estar individual e coletivo.
Para tentar responder a um conjunto de questões, o 3º Congresso Lusófono de Educação Ambiental organiza-se em torno de 10 Eixos Temáticos.

Sob a orientação do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global e da Carta da Terra, o III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa contará com mais de 10 áreas de trabalho em diferentes dimensões e abordagens, constituindo modalidades de intercâmbio e de debate entre os participantes.

Lembramos a todos os participantes e todas as partes interessadas que as inscrições encontram-se abertas com preços especiais até ao dia 31 de março de 2015. A submissão de resumos de comunicações e de propostas de atividades decorrem em duas fazes sendo aprovadas 70% do total das propostas na 1ª fase e 30% na 2ª fase.

Educação Ambiental e Participação Social: travessias e encontros para os bens comuns

Na construção do III Congresso Lusófono coloca-se a interrogação de como enquadrar a questão ambiental nas chaves e nos desafios partindo das ideias sobre o que as pessoas associam, entendem e necessitam para conseguir o seu bem-estar. Este debate pode ser um elemento chave no mundo lusófono por várias razões:

a) Portugal e Galiza confrontam-se com o desmoronar do que já era um precário "sistema de bem-estar" sem termos sido capazes de situar a sustentabilidade nos pilares do bem-estar (educação, saúde, proteção social). Brasil e, noutra escala, Angola, passam por ser economias emergentes mas com graves deficiências que derivam da aplicação de modelos de crescimento que seguem os padrões do "socialismo de mercado" ou “neo-keynesianos”. Os restantes países lusófonos tentam sair das suas situações de precariedade social, política e económica num contexto dominado pelas premissas da economia global de mercado.

b) O questionamento popular emergente dos sistemas democráticos de representação em Portugal, Galiza e Brasil leva a rever o dogma que associa a democracia com o livre mercado e com o desenvolvimento, com o qual também implica incertezas e necessidades de repensar os modelos de governação e participação social em todos os Estados-nações do espaço lusófono. Esta crise também se orienta aos modelos de Educação Ambiental na medida em que não se pode entender a E.A. sem um modelo sociopolítico de referência, o "realmente existente" e o "socialmente (e ambientalmente) necessário".

c) Cabe-nos debater sobre a identidade do campo da E.A., afetado pelas duas "crises" enunciadas, a) e b), e pela sua própria crise, que é uma expressão ou extensão das anteriores. Não é um problema só lusófono, mas também é um problema lusófono. Aqui aparecem algumas questões-chave:

i) Quais são e quais deveriam ou poderiam ser as relações entre a E.A. e o modelo de sociedade (económico, político e de articulação social)?
ii) Que papel pode/deve ter a E.A. no que respeita à relação economia de mercado / democracia?
iii) Até que ponto o campo da E.A. poderia/deveria ser autónomo no que respeita aos sistemas burocráticos estatais e/ou internacionais?
iiii) Que possibilidade oferecem as noções de bem comum e bens comuns para construír espaços alternativos para a E.A.?

Para tentar responder a todas estas questões, o III Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa, organiza-se em torno de 10 eixos temáticos:

1.Educação Ambiental, Identidade(s) do Campo e Políticas Públicas
2.Educação Ambiental e Alterações Climáticas
3.Educação Ambiental, Interpretação e Conservação
4.Educação Ambiental, Recursos e Equipamentos
5.Educação Ambiental, Comunicação e Arte
6.Educação Ambiental nas Escolas e Universidades
7.Educação Ambiental, Ética e Justiça Ambiental
8.Educação Ambiental, Dimensões Socioeconómicas e Valorização das Comunidades Locais
9.Educação Ambiental e Saberes Tradicionais - Alternativos
10.Educação Ambiental, Redes Sociais e Tecnologias de Informação

Cada Eixo Temático apresenta uma proposta enquadradora das dimensões e abordagens no âmbito de trabalhos de investigação e de projetos que poderão ser submetidos ao III Congresso Lusófono de EA.


eixo temático 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, IDENTIDADE(S) DO CAMPO E POLÍTICAS PÚBLICAS

A Educação Ambiental (EA) acumula quatro décadas de história. Apesar das declarações nacionais e internacionais concordarem em dar um papel central na conceção de respostas sociais à crise sócio-ambiental, tal reconhecimento está longe de concretizar as políticas públicas correspondentes. Este desfasamento temporal torna-se cada vez mais óbvio, pondo em evidência as contradições entre as finalidades da EA e de um sistema em que a economia global de mercado impõe a sua lógica económica, social e cultural. É um enorme paradoxo que, enquanto os parâmetros da crise sócio-ambiental se agudizam, a EA tende a perder peso nas políticas públicas ambientais e educacionais. Mesmo a sua identidade como campo da ação social e educativa é questionada por propostas que se apresentam a si mesmas como superadoras. Neste diagnóstico global, o mundo lusófono não é uma exceção. Diante desta situação de dupla crise, a sócio-ambiental e que tem o campo da EA, são muitas as questões a que cumpre responder: “Quais são os sinais de identidade da EA?”; “É a EA um campo profissional, um campo científico técnico ou um movimento social?”; “Como repor a EA no núcleo das políticas ambientais e educacionais?”; “Que recursos (humanos, materiais, financeiros, organizacionais) mobilizam as políticas de EA no mundo lusófono?”.



eixo temático 2

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E ALTERAÇÕES ClIMÁTICAS

O século XXI é o século da mudança climática (CC). A possibilidade de limitar o seu impacto, e de promover a resiliência social diante das consequências, dependerá da humanidade ser capaz de realizar uma grande transição para formas sociais, económicas e energéticas alternativas, que mitiguem as causas, minimizem os impactos e facilitem a adaptação a uma biosfera profundamente alterada. Neste cenário, o desafio para a Educação Ambiental é triplo: transformar o CC numa ameaça real e relevante para as sociedades humanas; conexão com dimensões significativas na vida das pessoas (alimentação, saúde, energia, água, segurança, etc.) e promover respostas individuais e coletivas que contribuam para mitigar as causas. Estas devem incidir principalmente nas sociedades mais avançadas, e reduzir a vulnerabilidade das comunidades humanas diante das consequências, principalmente nas sociedades mais pobres e, por esta razão, mais sensível aos seus impactos. No entanto, o CC não é uma questão central nas políticas públicas, em geral, e nas políticas públicas de Educação Ambiental, em particular. Quais são os motivos? Como colocar o CC no eixo do debate social e educativo? Que ferramentas educativas são mais adequadas para esta tarefa? Que experiências e pesquisas iluminam o caminho face à grande transição?


eixo temático 3

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, INTERPRETAÇÃO E CONSERVAÇÃO

A Educação Ambiental tem a sua origem no movimento conservacionista: o Planeta mostrava sinais preocupantes de deterioração devido a certas atividades humanas. Desde finais dos anos 50 do século passado até os nossos dias, são muitas as propostas de reflexão e ação, de gestão e educação, de divulgação e reparação em busca da conservação da biodiversidade, dos espaços e dos elementos naturais que suportam a vida. Neste processo também houve uma mudança de foco: das espécies para os espaços, e dos espaços naturais até aos espaços sócio ambientais. Na mesa está o acordo para o ano 2020, em que pelo menos o 17% das terras e o 10% das áreas marinhas do planeta devem estar sob alguma figura de proteção.
Neste Eixo Temático vão-se apresentar projetos e estratégias baseadas na educação e na comunicação para a conservação dos espaços naturais, tendo em conta as necessidades legítimas dos habitantes. Convida à reflexão conjunta para enquadrar as diferentes tendências de intervenção educativa, os instrumentos de gestão e as ferramentas didáticas e comunicativas que se estão a implementar com sucesso, a fim de avaliar a criação de um Banco de Boas Práticas que possa inspirar outros grupos e países.


eixo temático 4

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RECURSOS E EQUIPAMENTOS

A Educação Ambiental é uma estratégia de ação e participação para abordar a problemática ambiental e contribuir, de forma individual ou em grupo, para a resolução do mesmo, ou para minimizar as causas e efeitos. Por se tratar de um ambiente educativo fora do sistema escolar (mas em muitos casos no sistema escolar) tem-se invertido desde o início no desenho e implementação de diversos recursos (unidades didáticas, vídeos, software, campanhas, caminhos...). De todos os recursos, são de especial interesse os equipamentos para a educação ambiental, por se tratarem de instalações fixas, com uma equipa de profissionais que desenvolvem programas a curto e médio prazo.
Neste Eixo Temático apresentam-se iniciativas inovadoras e pioneiras que estão a desenhar novas áreas e formas de atuação. Também iniciativas já consolidadas que foram avaliadas e das quais podemos dar conta dos seus resultados. E por último, recursos e equipamentos que estão a ser uma referência na abordagem de temas de especial interesse pela sua relevância e atualidade.
No âmbito dos equipamentos de educação ambiental de alguns dos países lusófonos, existe a necessidade de criar uma rede que preencha certos critérios de qualidade. Este pode ser o espaço para saber qual a realidade em cada um dos países participantes.


eixo temático 5

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, COMUNICAÇÃO E ARTE

Informação disponível brevemente.


eixo temático 6

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES

A questão ambiental é um desafio posto a todos os níveis de formação institucionalizados, em especial, no que se refere às escolas e ao sistema de ensino superior. Este desafio tem apontado para a necessidade de elaboração de novos modelos didáticos e curriculares que articulem outros arranjos de conhecimento e possibilidades de relação entre a ciência, à prática social e as políticas públicas educacionais. Neste contexto, é preciso problematizar os modelos de formação adotados pelas instituições de ensino superior no âmbito da lusofonia; analisar a ação pedagógica desenvolvida pelos professores no contexto escolar e buscar alternativas para que se avance a ação educativo-ambiental nas instituições educativas.
O presente eixo temático busca promover um debate sobre as ações educativas realizadas no âmbito escolar e nas instituições de ensino superior, a formação de professores e educadores, a práxis docente, os projetos educativos escolares, as análises sobre os materiais didáticos, a formação de profissionais no Ensino Superior, a ambientalização curricular em todos os níveis de ensino e o papel das instituições educativas em relação a Educação Ambiental.


eixo temático 7

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ÉTICA E JUSTIÇA AMBIENTAL

A educação ambiental não se desenvolve fora de um quadro ético, de uma visão de justiça e nem de um compromisso moral. Aliás, a ética e o senso de justiça são fatores inerentes às práticas educativas ambientais que têm, como objetivo final: o incentivo do bem-estar das pessoas a partir da promoção e fomento de relações justas e equilibradas entre os seres humanos e o seu meio biótico e abiótico. Nesta linha, a ética e a justiça são transversais a todos os processos de transformação da natureza, sendo fundamental a sua consideração na tarefa de educar.

Nesta área temática, considerando a abordagem educativa, serão levadas em conta as contribuições relacionadas com: o direito a um meio ambiente saudável; os conflitos sócio ambientais; a discriminação por causas ambientais; os danos ambientais; os princípios da justiça ambiental; a perspetiva intergeracional da justiça ambiental; as injustiças sócio ambientais; os Direitos Humanos e a Educação Ambiental; os deveres para com a natureza; a educação em valores pró-ambientais; e os quadros éticos de educação ambiental.


eixo temático 8

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DIMENSÕES SOCIOECONÓMICAS E VALORIZAÇÃO DAS COMUNIDADES LOCAIS

O desenho e execução de programas e atividades de Educação Ambiental tem-se desenvolvido tanto com financiamento público como privado. A aposta na Educação Ambiental, como serviço público, propiciou em determinados casos, o suporte de instituições, tanto através de linhas de subsídio, como na criação de serviços ou organismos específicos com afetação de pessoal. Noutros países, a ausência ou dificuldade de investimento público propiciou o financiamento privado, normalmente de projetos concretos como parte da responsabilidade social corporativa de empresas.
Em qualquer caso, em poucas ocasiões, o crescimento da Educação Ambiental teve reflexos sócio económicos, percebendo-se mais como despesa do que como forma de gerar atividade económica e emprego numa região ou comunidade. Porém, são muitos os projetos de Educação Ambiental que têm reflexos económicos, valorizando espaços naturais e iniciativas comunitárias ou servindo de ímpeto para a dinamização de novos projetos que favorecem o desenvolvimento endógeno duma forma sustentável.
Num cenário de crise, também económica, tem cabimento preguntar: que papel pode ter a Educação Ambiental no desenvolvimento sócio económico duma comunidade?; quais as chaves para o incremento de iniciativas de sucesso e sustentáveis?. E perante as comuns dificuldades para conseguir financiamento público, há diferenças entre os projetos públicos e privados? Que dimensões atingem uma maior importância nesta equação? O que há de financiamento coletivo, comunitário ou de crowfunding neste campo?


eixo temático 9

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SABERES TRADICIONAIS - ALTERNATIVOS

O discurso contemporâneo da Educação Ambiental não pode negar a presença, cada vez mais relevante, dos saberes locais e alternativos que propõem uma leitura diferente, à visão convencional das relações entre as pessoas e destas com a natureza. São chaves e propostas de compreensão e transformação da realidade que constituem um fator de inovação na construção do imaginário ambiental e, consequentemente, na realização das práticas educativas e seu impacto na mudança social.

Conscientes da necessidade e da importância dos saberes tradicionais e alternativos, neste tema, considerando a transversalidade da perspetiva educacional, integram-se aportes relacionados com as práticas e o conhecimento local, a diversidade cultural, as identidades tradicionais; o discurso das comunidades em transição, as comunidades sustentáveis, as eco vilas e, a partir de uma abordagem mais teórica, as propostas epistemológicas para a criação de sociedades mais justas e ambientalmente sustentáveis.


eixo temático 10

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, REDES SOCIAIS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Proposta enquadradora das dimensões e abordagens no âmbito de trabalhos de investigação e de projetos que poderão ser submetidos.

As redes de Educação Ambiental possuem hoje um papel relevante na agenda política do campo ambiental. Estrutura de laços, enlaces, arestas, linhas e nós que se conectam. Têm relevância pela dimensão política que ocupam, mobilização por sustentabilidade, que advém do próprio padrão organizacional das redes sociais: auto regulação, horizontalidade, conectividade, não linearidade, multi-lideranças e interatividade. São facilitadoras da democratização da informação para a inclusão social e emancipação política. Desta forma, podem constituir-se como instituintes de consolidação de Educação Ambiental crítica e emancipatória.
A organização da Educação Ambiental formal tende a incorporar as práxis das redes de educação ambiental nos territórios em suas diversas dimensões, sobretudo na ampliação do espaço público numa perspectiva contra hegemônica que desvela os conflitos socioambientais e as injustiças sociais e ambientais. Em adição, tende a se estruturar apoiada nas tecnologias da informação e da comunicação (TIC´s), que potencializam os processos e resultados das redes. Observe-se que a adoção das (TIC´s) potencializa a capilarização dos conceitos ambientalistas, a difusão dos conhecimentos ancorados nas ciências ambientais, a percepção da relevância e viabilidade da incorporação das ecotecnologias no cotidiano, o reconhecimento das especificidades dos grupos humanos e , ainda, apoia a redução de utilização dos recursos da natureza , sobre tudo porque reduz as locomoções.
Verifica-se, ademais, que o uso das TICs tem promovido a emergência de um modelo de comunicação pedagógica que enuncia um rizomático modo de aprendizagem. Nele, o currículo não é mais predefinido a partir de especialistas, mas sim construído, negociado e compartilhado pelas contribuições dos que se encontram engajados nos processos de aprendizagem. A comunidade de aprendizes atua deste modo, dinamicamente na produção do conteúdo/currículo modulando-o, construindo-o e reconstruindo-o nos temas considerados para o aprendizado, do mesmo modo que o aprendizado responde às condições do ambiente assim como o rizoma responde as mudanças das condições do ambiente.
A cultura digital e a cultura analógica operam em convívio inter-modal, paradoxal, onde temos multiplicidades convergentes, com a gestação de um ambiente comunicativo novo que que se instala fortemente na educação. No caso da educação ambiental, superadas as restrições de acesso, este novo ambiente pode ser moldado segundo as premissas da sustentabilidade e, ainda, a sistematização, produção e compartilhamento de saberes podem ganhar dimensão inédita de consolidação e expansão de cooperação entre educadores ambientais e de enraizamento dos conteúdos nos territórios , em prol da sustentabilidade da vida e dos povos.

WEB: http://ealusofono.org/

9 de diciembre de 2014

 

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