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Contributos da reforma curricular em Timor-Leste para a literacia do cidadão em Ciências da Terra

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Bonito, J., Rebelo, D., Morgado, M., Gomes, C., Coelho, C., Soares de Andrade, A., & Marques, L. (2014). Contributos da reforma curricular em Timor-Leste para a literacia do cidadão em Ciências da Terra. Terrae didatica, 10(3), 436-454. ISNN 1980-4407 versão papel e on-line

Jorge Bonito Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora / Centro de Investigação “Didática e Tecnologia na Formação de Formadores” da Universidade de Aveiro, Portugal. - Dorinda Rebelo Escola Secundária de Estarreja, Portugal. - - Margarida Morgado Escola Secundária de Viriato, Viseu, Portugal.- Conceição Gomes Escola Secundária D. Afonso Sanches, Vila do Conde, Portugal. - Celeste Coelho Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro, Portugal. - António Soares de Andrade Centro de Investigação GeoBioTec da Universidade de Aveiro, Portugal. - Luís Marques Centro de Investigação “Didática e Tecnologia na Formação de Formadores” da Universidade de Aveiro, Portugal.

RESUMO No âmbito da reestruturação do currículo de Timor-Leste, o ensino secundário – com a duração de três anos – foi desenhado em dois percursos: o de Ciências e Tecnologias e o de Ciências Sociais e Humanidades. Ambos incluíam uma componente de Formação Geral. Ainda que sem tradição em Timor-Leste, o ensino Ciências da Terra foi integrado nos dois cursos, por meio, respetivamente, das disciplinas de Geologia e de Geografia. Os programas das disciplinas foram elaborados por duas equipas da Universidade de Aveiro (Portugal). Cada uma delas elaborou, também, manuais para os alunos e guias para os professores, relativos aos três anos de escolaridade. Ainda no âmbito deste processo, a Universidade de Aveiro organizou um plano de formação para futuros professores de Geologia e de Geografia em Timor-Leste, realizado in locu e em território português.

PALAVRAS-CHAVE:Timor-Leste, Geociências, currículo, ensino secundário, materiais curriculares

Reforma curricular em Timor-Leste Se pensarmos que a sociedade atual exige da parte dos cidadãos consideráveis níveis de competência profissional e reconhecendo-se as vertiginosas mudanças sociais, económicas e tecnológicas, compreendem-se as preocupações dos responsáveis pelas políticas educativas, primeiro com a natureza e a qualidade dos currículos formais e, depois, com a respetiva implementação. Deve sublinhar-se, com agrado, que as autoridades dum jovem país como é Timor-Leste revelaram estar bem sintonizadas com esta problemática como fica expresso pelo apoio que, em 2010, o Ministério da Educação solicitou à Fundação Calouste Gulbenkian, de Portugal, visando a reestruturação curricular do Ensino Secundário Geral. Daí resultou o projeto elaborado com o apoio técnico da Universidade de Aveiro, o qual contou igualmente com a cooperação do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, sendo apresentado ao Fundo da Língua Portuguesa e aprovado para financiamento (www.ua.pt/esgtimor).

A matriz que marcou a conceção da referida reestruturação curricular emergiu de três grandes orientações, a saber: elementos marcantes do desenvolvimento recente do sistema educativo timorense; programas internacionais que tiveram a adesão do país (“Education for All” e “Objetivos de Desenvolvimento do Milénio”); realidade interna, na qual se inscrevem princípios normativos (Constituição da República, e Lei de Bases da Educação), princípios orientadores da ação (Política Nacional da Educação), reformas estruturais (Lei Orgânica do Ministério da Educação) e reforma do sistema de ensino (Reforma Curricular do Ensino Básico).

Relativamente aos designados “elementos marcantes” importa recordar que a educação surgia no Plano Nacional de Desenvolvimento como estruturante no processo de redução da pobreza, na melhoria do bem-estar económico, social e cultural dos indivíduos, das famílias e das comunidades e no favorecimento da igualdade entre sexos.

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30 de enero de 2016

 

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