Inicio | Compromiso | Adhesiones | ¿Qué podemos hacer? | Documentos y acciones | Sala de Lectura | Enlaces | Contactar
Cargando
   
  • Español
  • Portugués
  • Inglés
  • Francés
  • Catalán
  • Euskera
  • Galego
  • Italiano
  • Alemán

Un compromiso renovado por la Educación para la Sostenibilidad
El Programa de Acción Mundial

El 1 de enero de 2005 arrancaba la Década de la Educación por la Sostenibilidad promovida por la Naciones Unidas. Desde ese mismo día la OEI ha estado impulsando la Educación por la Sostenibilidad entre los educadores iberoamericanos por medio de este espacio web que se ha convertido en referencia en nuestra región.

Diez años más tarde, el 1 de enero de 2015, finalizada la Década, Naciones Unidas ha puesto en marcha un Programa de Acción Global con el mismo objetivo de impulsar la necesaria y todavía posible transición a la Sostenibilidad.

Este Programa de Acción Global (GAP por sus siglas en inglés, Global Action Programme) toma como base los logros alcanzados en el marco de la Década, con el fin de seguir impulsando el compromiso internacional de fomentar la Educación para el Desarrollo Sostenible (EDS). Y ha sido concebido mediante un proceso de amplias consultas que refuerzan su interés y viabilidad (ver la Declaración de Aichi-Nagoya sobre Educación para el Desarrollo Sostenible, http://unesdoc.unesco.org/images/0023/002310/231074s.pdf).

Es un Programa de Acción Mundial necesario, porque seguimos viviendo una situación de auténtica emergencia planetaria, marcada por toda una serie de problemas estrechamente relacionados que no han cesado de agravarse: contaminación y degradación de los ecosistemas, cambio climático, agotamiento de recursos, crecimiento incontrolado de la población mundial, pobreza extrema de miles de millones de seres humanos junto al consumismo depredador de una quinta parte de la humanidad, conflictos destructivos, pérdida de diversidad biológica y cultural… Es, además, urgente, porque la transición a la Sostenibilidad no ha de verse como una apuesta de futuro que exige ahora nuestro sacrificio: es, por el contrario, una estrategia fundamentada para dar solución a los problemas que estamos viviendo y hacer posible la satisfacción de las necesidades del conjunto de la humanidad (no solo de una minoría) hoy y mañana.

El Programa urge, pues, a la acción, para iniciar ya la transición a la Sostenibilidad, porque ahora sabemos, mejor que en 2005, cómo dar respuesta a esta problemática sistémica: la comunidad científica ha profundizado en las medidas necesarias, pero insistiendo en que debemos aplicarlas con urgencia, porque el tiempo para frenar la degradación se agota y porque está en nuestras manos comenzar a construir sociedades sostenibles, no solo como promesa de futuro, sino como mejora necesaria del presente.

Ello exige voluntad política para superar comportamientos irresponsables, guiados por intereses particulares a corto plazo, que están provocando una huella ecológica superior ya a la biocapacidad del planeta y que imposibilitan el bienestar de la mayoría de la población. Una voluntad política que debe ser el fruto de la presión que ejerce una ciudadanía bien informada.  Es preciso, pues, que toda la educación, tanto formal como no reglada, contribuya a proporcionar a la ciudadanía una percepción correcta de los problemas y a fomentar actitudes y comportamientos favorables a la transición a la Sostenibilidad. Ese fue el objetivo de la Década de la Educación para la Sostenibilidad y ha de serlo también, con intensidad incrementada, del Programa de Acción Global que ahora se inicia.

Este espacio web se suma a dicho Programa con todo el bagaje construido a lo largo de la Década –los 25 Temas de Acción Clave, los 100 boletines distribuidos a los miles de educadores e instituciones adheridas, su sala de lectura, etc.- y la voluntad de seguir enriqueciéndolo, renovando así el Compromiso por una Educación para la Sostenibilidad.

Educadores por la sostenibilidad

As Nações Unidas, face à gravidade e urgência dos problemas com que a humanidade hoje se debate, instituíu uma Década por uma Educação para o Futuro Sustentável (2005-2014), tendo a UNESCO sido designada como o órgão responsável pela sua promoção. O MANIFESTO que apresentamos constitui um apelo à decidida participação nesta importante iniciativa (ver http://www.oei.es/decada/).

Compromiso
Por uma educação para a sustentabilidade

Vivemos numa situação de autêntica emergência planetária, marcada por toda uma série de graves problemas estreitamente relacionados: contaminação e degradação dos ecossistemas, esgotamento de recursos, crescimento incontrolado da população mundial, desequilíbrios insustentáveis, conflitos destrutivos, perda de diversidade biológica e cultural …

Esta situação de emergência planetária aparece associada a comportamentos individuais e colectivos orientados para a procura de benefícios particulares e a curto prazo, sem tomar em conta as suas consequências para com os outros ou para com as futuras gerações. Um comportamento fruto, em boa medida, da prática de centrar a atenção no mais próximo, espacial e temporalmente.

Em geral, nós, educadores, não prestamos a devida atenção a esta situação apesar de apelos como os das Nações Unidas nas Cimeiras da Terra (Rio 1992 e Johannesburgo 2002). Necessitamos, pois, de assumir um compromisso para que toda a educação, tanto formal (desde a escola primária até a universidade) como informal (museus, média...), preste sistematicamente atenção à situação do mundo, com a finalidade de proporcionar uma percepção correcta dos problemas e de fomentar atitudes e comportamentos favoráveis para construir um futuro sustentável.

Deste modo pretende-se contribuir para formar cidadãos e cidadãs conscientes da gravidade e do carácter global dos problemas e prepará-los para participar na tomada de decisões adequadas.

Propomos, por isso, o lançamento da campanha Compromisso para uma educação para a sustentabilidade. O compromisso, em primeiro lugar, de incorporar às nossas acções educativas a atenção da situação do mundo, promovendo entre outros:

  • Um consumo responsável, que se ajuste aos três R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), e responda aos pedidos do “Comércio justo”;
  • A reivindicação e impulso de desenvolvimentos técnico-científicos favorecedores da sustentabilidade, com controlo social e a aplicação sistemática do princípio da precaução;
  • Acções socio-políticas em defesa da solidariedade e da protecção do meio, à escala local e planetária, que contribuam para pôr fim aos desequilíbrios insustentáveis e aos conflitos a eles associados, com uma decidida defesa da ampliação e generalização dos direitos humanos ao conjunto da população mundial, sem discriminações de nenhum tipo (étnicas, de género…);
  • A superação, em definitivo, da defesa dos interesses e valores particulares a curto prazo e a compreensão de que a solidariedade e a protecção global da diversidade biológica e cultural constituem um requisito imprescindível para uma autêntica solução dos problemas.

O compromisso de multiplicar as iniciativas para implicar o conjunto dos educadores, com campanhas de difusão e consciencialização nos centros educativos, congressos, encontros, publicações… e o compromisso de garantir o acompanhamento cuidadoso das acções realizadas, divulgando-as para o seu melhor aproveitamento colectivo.

Apelamos, deste modo, a juntar-se às iniciativas da Década da Educação para um Futuro Sustentável, que as Nações Unidas promovem de 2005 a 2014 (http://www.oei.es/decada/).

Educadores pela sustentabilidade

Education For Sustainable Development:
A Necessary Commitment

We are currently in a situation of planetary emergency, marked by an array of very serious problems that are closely related: pollution and environmental degradation, depletion of natural resources, unsustainable demographic growth, extreme inequalities among different human groups, destructive conflicts, loss of biological and cultural diversity...

This situation of planetary emergency is associated to individual and social behavior driven by the search for short-term private benefits, without taking into account the consequences for others or for future generations. This behavior is due, to a great extent, to the habit of only focusing our attention on what is closest both in terms of space and time.

In spite of many appeals, such as those by United Nations at Earth Summits (Rio 1992 and Johannesburg 2002), we educators are not, generally speaking, paying enough attention to this situation. It is therefore, necessary to establish an explicit commitment on behalf of all education, both formal (from primary school to the university) and informal (museums, media...) to contribute to a correct perception of the state of the world and prepare citizens for decision-making, generating responsible attitudes and behavior oriented towards the attainment of a culturally plural and physically sustainable development.

In order to achieve this, we propose a campaign entitled "Education for Sustainable Development: A necessary commitment".

In the first place, the commitment to incorporate the study of the state of the world into our educational activities, promoting, among other things:

  • Responsible consumption, coherent with the three R's (Reduction, Re-using and Recycling) and the requests for fair trade.
  • The development of technologies to better satisfy human needs without damaging the environment, with the systematic application of the precaution principle.
  • The adoption of sociopolitical measures on a local and planetary scale to avoid the imposition of private interests and values harmful to other people or future generations, contributing to overcome environmental degradation or extreme inequalities and the associated conflicts, with a determined defense of the extension and generalization of human rights with no discrimination of any kind (social, gender...).
  • And finally, the overcoming of behavior driven by private values and short-term interests, enhancing solidarity and global protection of biological and cultural diversity as essential requirements for a real solution to the problems humanity is facing.

The commitment to multiply initiatives to involve the ensemble of educators, with campaigns of dissemination and awareness in educational centres, congresses, conferences, journals...

We therefore call all educators to support the United Nations initiative for a "Decade of Education for Sustainable Development" from 2005 to 2014.

Educators for Sustainability

Etant donné la gravité et l'urgence des problèmes auxquels l'humanité doit faire face aujourd'hui, l'Assemblée générale des Nations Unies a adopté une résolution instituant la Décennie de l'éducation en vue du développement durable (2005-2014). Le document que nous présentons ici constitue un manifeste de soutien à cette initiative.

Éducation pour un développement durable
Un engagement nécessaire

Nous vivons dans une situation d'authentique crise planétaire marquée par toute une série de graves problèmes étroitement liés : pollution et dégradation des écosystèmes, épuisement des ressources, croissance insoutenable de la population mondiale, déséquilibres extrêmes entre différents groupes humains, conflits destructifs, perte de la diversité biologique et culturelle...

Cette situation d'urgence planétaire est associée à des comportements individuels ou sociaux orientés par la recherche de profits privés à court terme, sans tenir compte des conséquences pour autrui ou pour les générations futures. Ces comportements sont dus, pour la plupart, à l'habitude de concentrer notre attention sur ce qui est le plus proche dans l'espace et dans le temps.

Malgré de nombreux appels tels ceux des Nations Unies aux sommets de la Terre, (Rio en 1992 et Johannesburg en 2002), nous, les éducateurs en général, nous ne sommes pas assez attentifs à cette situation de crise planétaire. Il est donc nécessaire de s'engager, explicitement, dans une éducation tant formelle (de l'école primaire à l'université) qu'informelle (musées, medias...), pour contribuer à une perception correcte de l'état du monde et pour former des citoyen(ne)s conscients de la gravité et du caractère global des problèmes et préparés à participer à la prise de décisions adéquates.

Nous proposons pour cela le lancement d'une campagne intitulée Education pour un développement durable : un engagement nécessaire". L'engagement, en premier lieu, d'introduire dans nos actions éducatives une attention particulière à la situation du monde, favorisant, entre autres:

  • Une consommation responsable, qui tienne compte des trois R (Réduire, Réutiliser, et Recycler) attentive aux demandes du " Commerce équitable " ;
  • L'exigence d'un choix de technologies qui favorisent le développement durable sans porter atteinte à l'environnement et l'application systématique du principe de précaution ;
  • Des actions politiques et sociales, aux échelles locale et planétaire, qui puissent contribuer à la protection de l'environnement et à mettre fin aux déséquilibres insoutenables et aux conflits associés, tout en défendant l'élargissement et la généralisation des droits de l'homme à l'ensemble de la population mondiale, sans discrimination d'aucune sorte (ethnique, sexuelle...) ;
  • Le dépassement, en définitive, des comportements orientés vers la défense d'intérêts privés à court terme et la compréhension que la solidarité et la protection globale de la diversité biologique et culturelle constituent une condition fondamentale pour une solution authentique aux problèmes.

L'engagement, en second lieu, de multiplier les initiatives pour impliquer l'ensemble des éducateurs, par des campagnes de diffusion et de prise de conscience dans les centres éducatifs, les congrès, les revues...

Nous appelons donc tous les éducateurs à soutenir les initiatives des Nations Unies pour une Décennie de l'Éducation pour un Développement Durable, de 2005 à 2014.

Éducateurs pour le développement durable

Nacions Unides, donada la gravetat i urgència del problemes als quals la humanitat ha d’enfrontar-se avui, ha instituït una Dècada d’Educació per un Futur Sostenible (2005–2014), designant a UNESCO com a òrgan responsable de la seua promoció. El manifest que presentem constitueix una crida a participar decididament en aquesta important iniciativa (Veure http://www.oei.es/decada/).

Educació per a la sostenibilitat
Un compromís necessari

Estem vivint una situació d’autèntica emergència planetària, marcada per tot un seguit de greus problemes estretament vinculats: contaminació i degradació dels ecosistemes, exhauriment dels recursos naturals, creixement incontrolat de la població mundial, desequilibris insostenibles, conflictes destructius, pèrdua de diversitat biològica i cultural...

Aquesta situació d’emergència planetària està associada a comportaments individuals i col·lectius orientats a la recerca de beneficis particulars a curt termini, sense atendre les seues conseqüències per als altres o per a les futures generacions. Un comportament fruit, en bona mesura, del costum de centrar l’atenció en allò més pròxim, espacialment i temporal.

Els educadors, en general, no estem parant suficient atenció a aquesta situació, malgrat crides com les de Nacions Unides en les Cimeres de la Terra (Rio 1992 i Johannesburg 2002). Cal, per això, assumir un compromís amb l’objectiu que tota l’educació, tant la formal (des de l’escola primària fins a la Universitat) com la informal (museus, mitjans de comunicació...), pare atenció sistemàticament a la situació del món, proporcione una percepció adient dels problemes i fomente actituds i comportaments favorables per a l’assoliment d’un desenvolupament sostenible. Es tracta, en definitiva, de formar ciutadans i ciutadanes conscients de la gravetat i caràcter global dels problemes i preparats per participar en la presa fonamentada de decisions.

Amb aquest fi, proposem el llançament d’una campanya de Compromís per una educació per la sostenibilitat. El compromís, en primer lloc, d’incorporar a les nostres accions educatives l’atenció a l’estat del món, promovent, entre d’altres:

  • Un consum responsable, que se ajuste a las tres R (Reduir, Reutilitzar i Reciclar) i a les característiques del “Comerç just”;
  • La reivindicació i impuls de desenvolupaments tecnològics que afavorisquen la sostenibilitat, amb control social i aplicació sistemàtica del principi de precaució;
  • Accions sociopolítiques en defensa de la solidaritat i la protecció del medi ambient, a escala local i planetària, que contribuïsquen a posar fi als desequilibris insostenibles i als conflictes associats, amb una decidida defensa de l’ampliació i generalització dels Drets Humans al conjunt de la població mundial, sense discriminacions de cap tipus (ètniques, de sexe…);
  • La superació, en definitiva, de la defensa dels interessos i valors particulars a curt termini i la comprensió del fet que la solidaritat i la protecció global de la diversitat biològica i cultural constitueixen un requisit essencial per a una autèntica solució dels problemes que ha d’acarar la humanitat.

El compromís de multiplicar les iniciatives per a implicar el conjunt dels educadors, amb campanyes de difusió i conscienciació als centres educatius, congressos, trobades, publicacions… i el compromís d’un seguiment acurat de les accions engegades, que caldrà donar a conèixer per al seu millor aprofitament col·lectiu.

Cridem així a sumar-nos amb decisió a la iniciativa d’una Dècada d’Educació per un Futur Sostenible, que Nacions Unides promou de 2005 a 2014 (http://www.oei.es/decada/).

Educadors per la sostenibilitat

Jasangarritasuna Bultzatzeko Hezkuntza
baten aldeko konpromisoa

Gure planeta, egiazko emergentzia egoera batetan dago, elkarren artean gogorki lotuta dauden zenbait arazo larri direla eta: kutsadura eta ekosistemen degradazioa, baliabide naturalen agortzea, munduko populazioaren kontrolik gabeko hazkundea, desoreka jasangaitzak, gatazka suntsitzaileak, aniztasun biologiko eta kulturalaren galera…

Planetaren emergentzia egoera hau, gizabanakoen eta kolektiboen portaerei lotuta agertzen da eta baita etorkizuneko belaunaldiek edo ingurukoek jasango dituzten ondorioei kasurik egin gabe, epe laburrean irabaziak bilatzen dituzten taldeei ere. Neurri handi batean, denboran eta espazioan oso gertu dagoenari begiratzeko dugun ohituraren fruitu den jokaera bat da.

Nazio Batuek Lurraren gailurretan (Rio 1992 eta Johannesburgo 2002) mezu garrantzitsuak igorri dituzten arren, hezitzaileok orokorrean, ez diogu behar adina denbora eskaintzen gai honi.

Hori dela eta, beharrezkoa da hezkuntza osoak konpromiso bat hartzea, formala (haur hezkuntzatik hasi eta unibertsitatera), nahiz informala (museoak,…) sistematikoki munduaren egoerari buruzko informazioa plazaratzeko, arazoak modu egokian ulertu arazteko eta garapen jasangarriaren aldeko jarrerak sortu eta sustatzeko helburuarekin. Mundu mailakoa eta larria den arazo baten aurrean daudela dakiten herritarrak prestatzea lortu nahi da, finean, arazo honen aurrean erabaki egokiak hartzen laguntzeko prestaturik dauden herritarrak heztea.

Guzti hau dela eta jasangarritasuna bultzatzeko hezkuntza baten aldeko konpromisoa kanpaina martxan jartzea proposatzen dugu. Konpromisoa, lehenik eta behin, gure eskola orduetan munduaren egoerari atentzio berezia eskaintzean datza, besteak beste ondorengo gaiak jorratuz:

  • Kontsumo arduratsu bat egitea, BUB (Berriro erabili, Urritu, Birziklatu) deritzonari jarraituko diona eta "bidezko merkataritza"-ren eskaerak kontuan izango dituena.
  • Gizartearen kontrolarekin eta arretaren printzipio sistematikoarekin jasangarritasunaren alde egiten duten garapen teknozientifikoak bultzatu eta aldarrikatzea.
  • Ekintza soziopolitikoak, tokian tokiko zein mundu mailako solidaritatea eta ingurumenaren babesaren alde, jasangaitzak diren desoreka eta hauei lotutako arazoekin bukatzeko, inolako diskriminaziorik gabeko (etnia, generoa, …) mundu mailako giza eskubideen orokortze eta zabaltzearen aldeko defentsa irmo bat eginez.
  • Epe laburrean, gizabanakoen interesen eta baloreen defentsaren erabateko gainditzea eta arazoen benetako irtenbideen atzean dibertsitate biologiko eta kulturalaren erabateko babesa eta hauekiko solidaritatea daudela ulertzea.

Hezitzaile guztiak inplikatzeko konpromisoa hartu behar dugu, difusio kanpainak eta hezkuntza zentroetan kontzientziazio lanak eginez, kongresuak, topaketak, argitalpenak,… eta egin diren ekintzen jarraipen bat egiteko konpromisoa, kolektiboari guzti hau ezagutaraziz, lan hauen erabateko probetxurako.

Nazio batuek, 2005etik 2014era bitartean, sustatuko duten Garapen Jasangarri baten aldeko Hezkuntzaren Hamarkadan parte hartzera gonbidatzen zaituztegu.

Jasangarritasunaren aldeko hezitzaileak

Nacións Unidas, fronte á gravidade e urxencia dos problemas aos que se enfronta hoxe a humanidade, instituíu unha Década da Educación para o Desenvolvemento Sostible (2005-2014) e designou á UNESCO como o órgano responsable da súa promoción. O manifesto que presentamos constitúe un chamamento a participar decididamente nesta importante iniciativa.
http://www.oei.es/decada
/.

Compromiso
Por unha educación para a sostinibilidade

Vivimos unha situación de auténtica emerxencia planetaria, marcada por toda unha serie de graves problemas estreitamente relacionados: contaminación e degradación dos ecosistemas, esgotamento de recursos, crecemento incontrolado da poboación mundial, desequilibrios insostibles, conflitos destrutivos, perda de diversidade biolóxica e cultual, etc.

Esta situación de emerxencia planetaria aparece asociada a comportamentos individuais e colectivos orientados á procura de beneficios particulares e a curto prazo, sen atender ás súas consecuencias para os demais ou para as futuras xeracións. Un comportamento froito, en boa medida, do costume de centrar a atención no máis próximo, espacial e temporalmente.

Os educadores/as, en xeral, non estamos prestando suficiente atención a esta situación pese aos chamamentos como os de Nacións Unidas nos Cumios da Terra (Río 1992 e Johannesburgo 2002).

É preciso, por iso, asumir un compromiso para que toda a educación, tanto formal (dende a escola primaria á universidade) como informal (museos, media, etc.), preste sistematicamente atención á situación do mundo, co fin de proporcionar unha percepción correcta dos problemas e de fomentar actitudes e comportamentos favorables para o logro dun desenvolvemento sostible. Trátase, en definitiva, de contribuír a formar á cidadanía conscientes da gravidade e do carácter global dos problemas e preparados para participar na toma de decisións axeitadas.

Propoñemos por iso o lanzamento da campaña Compromiso por unha educación para a sostibilidade. O compromiso, en primeiro lugar, de incorporar ás nosas accións educativas a atención á situación do mundo, promovendo entre outros:

  • Un consumo responsable, que se axuste aos tres R (reducir, reutilizar e reciclar) e atenda ás demandas do "comercio xusto";
  • A reivindicación e impulso de desenvolvementos científicos favorecedores da sostibilidade, con control social e aplicación sistemática do principio de precaución;
  • Accións sociopolíticas en defensa da solidariedade e a protección do medio, a escala local e planetaria, que contribúen a poñer fin as desequilibrios insostibles e as conflitos asociados, con unha decidida defensa da ampliación e xeneralización dos dereitos humanos ao conxunto da poboación mundial, sen discriminacións de ningún tipo (étnicas, de xénero, etc.);
  • A superación, en definitiva, da defensa dos intereses e valores particulares a curto prazo e a comprensión de que a solidariedade e a protección global da diversidade biolóxica e cultural constitúen un requisito imprescindible para unha auténtica solución dos problemas.

O compromiso de multiplicar as iniciativas para implicar ao conxunto dos educadores/as, con campañas de difusión e concienciación nos centros educativos, congresos, encontros, publicacións, etc. e o compromiso dun seguimento coidadoso das accións realizadas, dándoas a coñecer para un mellor aproveitamento colectivo.

Chamamos así a sumarnos decididamente ás iniciativas da Década de Educación para o Desenvolvemento Sostible, que Nacións Unidas promove de 2005 a 2014.
(http://www.oei.es/decada/)

Educadores/as pola sostibilidade

L'Assemblea Generale delle nazioni Unite, considerati i problemi seri e urgenti che l'umanità deve oggi affrontare, ha adottato una risoluzione che stabilisce un Decennio di Educazione per lo Sviluppo Sostenibile affidando all'Unesco il ruolo di agenzia per la promozione del Decennio. Il Manifesto che presentiamo qui costituisce una chiamata per un forte sostegno all'iniziativa.
http://www.oei.es/decada
/.

Educazione per uno sviluppo sostenibile: un impegno necessario

Siamo oggi in una situazione di emergenza planetaria, caratterizzata da un reticolato di problemi molto seri in reciproca correlazione: inquinamento e degradazione ambientale, impoverimento delle risorse naturali, crescita demografica insostenibile, estrema disuguaglianza tra diversi raggruppamenti umani, conflitti carichi di distruzione, perdita delle diversità biologiche e culturali…

Questa situazione di emergenza planetaria è associata con i comportamenti individuali e sociali guidati dalla ricerca di benefici privati a breve termine senza considerarne le conseguenze per gli altri e per le generazioni future. Tale comportamento è dovuto, in larga parte, alla abitudine di focalizzare l'attenzione su ciò che è più vicino sia nel tempo che nello spazio.

Nonostante i molti appelli, quali quello delle Nazioni Unite agli incontri di vertice sulla Terra (Rio 1992, Johnannesburg 2002), noi educatori non dedichiamo, in generale, sufficiente attenzione a questa situazione. E' pertanto necessario stabilire un impegno esplicito da parte di tutti i canali educativi sia formali (dalla scuola primaria all'Università) che informali (musei, media…) per contribuire ad una corretta percezione dei problemi e per stimolare attitudini e comportamenti favorevoli al raggiungimento di uno sviluppo sostenibile. Si tratta, in definitiva, di contribuire a formare cittadini coscienti della gravità e del carattere globale dei problemi e preparati a partecipare alla scelta di decisioni adeguate.

A tal fine proponiamo una campagna dal titolo "Educazione per uno Sviluppo Sostenibile: un impegno necessario". In primo luogo l'impegno a includere lo studio dello stato del mondo nelle nostre attività educative e a promuovere:

  • il consumo responsabile, coerente con le tre R (Riduzione-Riuso-Riciclo) e attento alla richiesta di un commercio giusto;
  • lo sviluppo di tecnologie favorevoli alla sostenibilità con il controllo sociale e l'applicazione sistematica del principio di precauzione;
  • l'adozione di misure sociopolitiche, su scala locale e planetaria, in difesa della solidarietà e protezione dell'ambiente che contribuiscano a cancellare i disequilibri ed i conflitti ad essi associati, nella ferma difesa dell'ampliamento e generalizzazione dei diritti umani a tutta la popolazione mondiale senza alcuna discriminazione (etnica, di genere…);
  • il superamento, in definitiva, della difesa di interessi e valori privati a cortoraggio e la comprensione che un requisito imprescindibile per una soluzione autentica dei problemi è costituita dalla solidarietà e la protezione globale della diversità biologica e culturale.

In secondo luogo l'impegno di moltiplicare le iniziative per coinvolgere gli educatori con campagne di diffusione e presa di coscienza nei centri educativi, congressi, incontri, pubblicazioni … e, infine, l'impegno a seguire attentamente le azioni realizzate.

Chiamiamo quindi al supporto delle iniziative promosse dalle Nazioni Unite per il Decennio della Educazione per uno Sviluppo Sostenibile 2005-2014

(http://www.oei.es/decada/)

Educadores/as pola sostibilidade

Angesichts der ernsthaften und drängenden Probleme, mit denen die Menschheit gegenwärtig konfrontiert ist, hat die Vollversammlung der Vereinten Nationen die Einführung einer Dekade zur Bildung für nachhaltige Entwicklung beschlossen. Die UNESCO wurde als "lead agency" mit der Koordination der Weltdekade beauftragt. Das folgende Manifest beinhaltet einen Aufruf, diese Initiative mit allen Kräften zu unterstützen.
(siehe auch: http://www.dekade.org/)

Bildung für nachhaltige Entwicklung:
Ein notwendiges Engagement

Wir befinden uns gegenwärtig in einer Situation weltweiten Notstands, der durch eine Reihe schwerwiegender, eng miteinander verknüpfter Probleme gekennzeichnet ist: Verschmutzung und Zerstörung der Umwelt, Erschöpfung natürlicher Ressourcen, unkontrolliertes Bevölkerungswachstum, extreme Ungleichheit zwischen verschiedenen Bevölkerungsgruppen, destruktive Konflikte, Verlust an biologischer und kultureller Vielfalt…

Diese Situation eines weltweiten Notstands wird begleitet durch das individuelle und gesellschaftliche Streben nach kurzfristigem privaten Wohlstand, ohne Rücksicht zu nehmen auf die Belange anderer oder folgender Generationen. Dieses Verhalten lässt sich zu einem großen Teil mit der Konzentration auf das Nächstgelegene begründen, sowohl in Bezug auf Raum wie auf Zeit.

Trotz vieler Aufrufe, z. B. die der Vereinten Nationen im Rahmen der Weltgipfel in Rio (1992) und Johannesburg (2002), haben wir als Erzieher und Ausbilder im Allgemeinen dieser Situation gegenüber nicht genügend Aufmerksamkeit gewidmet. Insofern ist es nötig, jetzt ein explizites Bekenntnis zu formulieren im Namen aller Erzieher, sowohl aus dem schulischen Bereich (Primarstufe bis Universität) als auch dem informellen Bereich (Museen, Medien..), um zu einer korrekten Wahrnehmung des Zustands unserer Welt beizutragen und die Bürger auf das Fällen von Entscheidungen und Entwickeln verantwortlicher Einstellungen und Verhaltensweisen vorzubereiten, die sich an der Erlangung einer kulturell vielfältigen und nachhaltigen Entwicklung orientieren.

Zur Erreichung dieses Zieles schlagen wir eine Kampagne: "Bildung für nachhaltige Entwicklung: ein notwendiges Engagement" vor.

In erster Linie sollten im Rahmen der Untersuchung des Zustandes der Welt die folgenden Punkte (neben anderen) Gegenstand unserer bildenden Aktivitäten sein:

  • Verantwortungsbewusster Konsum, mit den Prinzipien Reduzierung, Wiederverwendung, Recycling und der Aufforderung nach fairem Handel.
  • Die Entwicklung neuer Technologien zur besseren Befriedigung menschlicher Bedürfnisse ohne die Umwelt zu schädigen und mit der systematischen Anwendung des Vorbeugeprinzips.
  • Die Einführung gesellschaftspolitischer Maßnahmen gemäß lokalem und globalem Maßstab, um die Aufzwängung privater Interessen und Werte gegenüber anderen oder zukünftigen Generationen zu vermeiden, dazu beitragen, die Umweltzerstörung in den Griff zu bekommen oder extreme Ungleichheiten und die damit verbundenen Konflikte zu bewältigen, mit einer entschiedenen Verteidigung der Ausweitung und Verallgemeinerung der Menschenrechte ohne die Diskriminierung jedweder Art (sozial, Geschlecht…)
  • Und schließlich die Überwindung des Verhaltens zur egoistischen Durchsetzung privater Werte und kurzfristiger Interessen, hin zur gesellschaftlichen Solidarität und zum globalen Schutz biologischer und kultureller Vielfalt als wesentliche Voraussetzungen für eine wirkliche Lösung der gegenwärtigen gesellschaftlichen Probleme.

Das Engagement dient der Förderung von Initiativen unter Einbeziehung aller in der Bildung und Erziehung Tätigen, mit Kampagnen zur Dissemination und Bewusstmachung in pädagogischen Zentren, auf Kongressen, Konferenzen, in Zeitschriften.

Wir fordern daher alle in der Erziehung, Bildung und Ausbildung Tätigen auf, die Initiative der Vereinten Nationen einer "Dekade für Bildung zur nachhaltigen Entwicklung" von 2005 bis 2014 zu unterstützen.

(Siehe auch: Bericht der Bundesregierung zur Bildung für eine nachhaltige Entwicklung:

 


IBERCIENCIA

La sostenibilidad de la A a la Z: Temas y palabras clave
Último Boletín

Creative Commons. Reconocimiento - No comercial: Los autores permiten copiar, reproducir, distribuir, comunicar públicamente la obra, y generar obras derivadas siempre y cuando se cite y reconozca a los autores original. No se permite utilizar la obra con fines comerciales.

Historial de Boletines

Sostenibilidad, Educación para la sostenibilidad, Economía y sostenibilidad, Crecimiento demográfico y sostenibilidad , Tecnociencia para la sostenibilidad, Reducción de la pobreza, Igualdad de género, Lucha contra la contaminación, Consumo responsable, Turismo Sostenible, Derechos Humanos y sostenibilidad , Diversidad cultural, Frenar el cambio climático, Biodiversidad, Urbanización y Sostenibilidad, Nueva cultura del agua, Poner fin al agotamiento de recursos, Gobernanza universal, Desertización versus protección de los ecosistemas, Reducción de desastres, Evitar conflictos y violencias, Desarrollo Rural, La transición energética, Ciencia de la Sostenibilidad, Objetivos de Desarrollo Sostenible

Ciencia y Universidad para el Desarrollo Sostenible OEI
09
06

Mejor los bosques nativos

Susana Gallardo. UBA. Al comparar la proporción de dióxido de carbono que captan y la cantidad de agua que devuelven a la atmósfera, el bosque subtropical del Parque Nacional Iguazú supera a ...

08
31

La biología de sistemas brinda nuevas posibilidades en la lucha contra los problemas medioambientales globales

Una nueva perspectiva que evalúe en toda su complejidad los problemas de contaminación y sus posibles soluciones es esencial para alcanzar estrategias de biorremediación eficaces.
La ...

08
19

Monitoramento de agrotóxicos exige equipamentos caros, pessoal especializado e anos de rastreamento

Por Gustavo Steffen de Almeida. ComCiência. Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp participou de estudo inédito em seis estados brasileiros durante ...

08
08

Terraza verde en el Politécnico: innovación con efectos intra y extra escuela

Claudio Pairoba. SECYT de la Universidad Nacional de Rosario. Dos de los propulsores del proyecto nos cuentan los distintos pasos que llevaron a concretar su construcción en una de las terrazas ...

07
27

Presencia de “microplásticos” en peces de consumo humano

Fueron hallados en 11 especies del Río de la Plata. La mayoría provendría del lavado de la ropa y de productos de higiene personal.
Agencia CyTA-Instituto Leloir)-. Peces ...




subir
Inicio | Compromiso | Adhesiones | ¿Qué podemos hacer? | Documentos y acciones | Sala de Lectura | Enlaces | Contactar