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A relevância do PENSAMENTO CRÍTICO e CRIATIVO para a atual sociedade digital

10 de mayo de 2018

Rui Marques Vieira
Centro de Investigação Didáctica e Tecnologia na Formação de Formadores da Universidade de Aveiro
Departamento de Educação e Psicologia
No contexto do Fórum Engenharia e Sociedade Digital que a Organização de Estados Ibero-americanos (OEI) para a Educação, a Ciência e a Cultura realizou nas Astúrias, em Espanha (https://www.oei.org.br/noticia/engenharia-e-sociedade-digital-oei-impulsa-a-criacao-de-uma-catedra-ibero-americana) defendeu-se a relevância do pensamento crítico e criativo em todas as áreas e no âmbito da atual sociedade digital.

De facto, em países democráticos, estes tipos de pensamento são atualmente considerados fundamentais para todos terem os mesmos direitos e as liberdades cívicas, numa sociedade plural e digital com competência cívica para, por exemplo, a participação ativa e esclarecida nas instituições, onde o/as cidadãs/os são confrontados com a necessidade de tomar decisões racionais com base na relevância das razões encontradas, rejeitando a parcialidade e a arbitrariedade, e a lidar com, por exemplo, fake news e com informação e pessoas irracionais, desorganizadas, confusas e desarticuladas.

Estes são também importantes para saber lidar com a manipulação de burlões e exploradores, num mundo de trabalho que espera que todos sejam capazes de pensar por si próprios, de identificar e resolver problemas e de trabalhar em colaboração com o/as colegas na procura de soluções de modo a contribuírem para o desenvolvimento social, cultural e económico da sociedade.

Do ponto de vista pessoal, as pessoas para terem vidas pessoais compensadoras, o que inclui gerir os afazeres privados, continuar a aprender e beneficiar da cultura, precisam igualmente de usar as capacidades de pensamento crítico e criativo. Estas capacidades, se promovidas desde cedo, de forma gradual, sistemática, intencional e explicitamente podem permitir tornarem-se aprendizes independentes ao longo da vida e, mesmo, contribuir para as pessoas procurarem dar significado à própria vida.

Existe, pois, um imperativo ético, segundo a qual o ser humano tem potencialidades cognitivas e afetivas que urge desenvolver para o bem estar pessoal e social.

Nota del editor: Iniciamos con la nota de Rui Vieira una serie de opiniones de ponentes y asistentes sobre las diversas temáticas del Foro Iberoamericano de Ingeniería y Sociedad Digital.

Le compartimos la presentación (en castellano) del profesor Rui y en unos días esperamos compartir la grabación de la charla que ofreció con el mismo título que esta nota.

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