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Vencedores Prêmio Vivaleitura 2008


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Foram anunciados, no dia 12 de novembro, durante evento realizado no Masp
(Museu de Arte de São Paulo), os vencedores do Prêmio Vivaleitura
2008. Entre os 15 finalistas foram escolhidas as melhores iniciativas em três
categorias. Cada premiado recebeu R$ 30 mil. Foram escolhidos, também,
quatro trabalhos que receberam Menção Honrosa. O evento de premiação
contou com a presença do Secretário Geral da OEI, Álvaro
Marchesi, do Diretor do Grupo Santillana no Brasil, Andrés Cardó,
da presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação
(Consed), Maria Auxiliadora Seabra Rezende, de secretários da educação
de diversos estados da União e dos representantes dos Ministérios
da Cultura e da Educação, Américo Teixeira e André
Lázaro.

Foram anunciados nesta quarta-feira à noite, durante evento realizado
no Masp (Museu de Arte de São Paulo), em São Paulo, os vencedores
do Prêmio Vivaleitura 2008. Entre os 15 finalistas foram escolhidas as
melhores iniciativas em três categorias. Cada premiado recebeu R$ 30 mil.

Na categoria 1, que inclui escolas públicas, privadas e comunitárias,
o vencedor foi o projeto “Ônibus Biblioteca”, que pertence ao
Sistema Municipal de Bibliotecas, da Secretaria Municipal de Cultura da cidade
de São Paulo. O programa, selecionado entre 166 inscritos, foi retomado
em 1979 e percorre a periferia da cidade levando cultura e conhecimento.

Na categoria 2, que abrange as escolas públicas e privadas e teve 1095
projetos inscritos, foi escolhido o projeto “Palavras Andantes”, de
Londrina (PR), um projeto de leitura de bibliotecas escolares que tem como objetivo
a formação de leitores. Na categoria 3, que inclui projetos da
sociedade, como ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições
sociais, o vencedor foi o projeto “Formação de multiplicadores
da Expedição Vaga Lume”, que trabalha na formação
de multiplicadores nos nove estados da Amazônia Legal. Nesta categoria,
foram inscritos 637 projetos.

Outros quatro projetos foram agraciados com uma Menção Honrosa:
A Tarde Educação, da Editora A Tarde (BA); Minibliotecas da Embrapa,
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (DF); Jornadas Literárias,
da Fundação Universitária de Passo Fundo (RS); e Projeto
Entorno, da Fundação Victor Civita (SP).

A edição de 2008 Vivaleitura reuniu inscrições
de projetos de todo o Brasil e ampliou o número de inscritos por região.
Nenhum Estado da União ficou fora desta que é a terceira edição
do prêmio. Foram, no total, 1899 projetos inscritos, provenientes não
somente das capitais, mas também de pequenos municípios do interior
do país.

O evento de premiação contou com a presença do Secretário
Geral da OEI, Álvaro Marchesi, do Diretor do Grupo Santillana no Brasil,
Andrés Cardó, da presidente do Conselho Nacional de Secretários
de Educação (Consed), Maria Auxiliadora Seabra Rezende, de secretários
da educação de diversos estados da União e dos representantes
dos Ministérios da Cultura e da Educação, Américo
Teixeira e André Lázaro.

Em seu discurso de abertura, Andrés Cardó lembrou que o Vivaleitura
já é a maior premiação nacional que apóia
e reconhece iniciativas de incentivo à leitura no Brasil. Em suas três
edições, o prêmio reuniu a inscrição de mais
de sete mil projetos. “O Vivaleitura pode ser considerado um importante
componente para a construção de uma sociedade leitora. É
também fruto de uma parceria de sucesso entre a iniciativa privada e
o poder público”, disse.

Ao incentivar a leitura nas escolas, o prêmio também contribui
para a melhoria da educação formal no Brasil. “As escolas
da rede pública de ensino são o principal instrumento civilizatório
no nosso país. Na maioria das vezes, os títulos didáticos
são os primeiros livros lidos regularmente pelas crianças, são
a porta de entrada para o gosto pela leitura”, lembrou André Lázaro.

A edição de 2008 Vivaleitura reuniu inscrições
de projetos de todo o Brasil e ampliou o número de inscritos por região.
Nenhum Estado da União ficou fora desta que é a terceira edição
do prêmio. Foram, no total, 1899 projetos inscritos, provenientes não
somente das capitais, mas também de pequenos municípios do interior
do país.

A região Sudeste foi a que mais inscreveu projetos. São Paulo
foi o Estado mais participativo, com 353 iniciativas cadastradas, seguido de
Minas Gerais, com 203. Segundo a organização do prêmio,
a lista de projetos selecionados este ano para concorrer à etapa finalista
reuniu experiências diversas de 17 Estados do Brasil, diferente do que
aconteceu nos anos anteriores, quando Estados do Sudeste acabaram prevalecendo.

Para a escolha dos três vencedores dentro das categorias de premiação,
os projetos foram avaliados conforme os critérios originalidade das iniciativas,
dinamismo da ação na construção da cidadania, recursos
utilizados, pertinência da ação desenvolvida com a comunidade,
abrangência, duração e resultados alcançados.

Categoria 1 - Bibliotecas públicas, privadas ou comunitárias
Vencedor: Ônibus Biblioteca (São Paulo - SP)

O Ônibus-Biblioteca pertence ao Sistema Municipal de Bibliotecas, da
Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo. A proposta é
promover a democratização cultural por meio do acesso gratuito
a um acervo composto por livros, jornais, revistas e quadrinhos. O projeto teve
início em 1930 com uma caminhonete que estacionava em uma praça
do centro da cidade de São Paulo, oferecendo livros, revistas e jornais
para a população. A iniciativa nasceu por sugestão do primeiro
diretor do Departamento de Cultura paulistano, o escritor Mario de Andrade.
O trabalho foi desativado em 1942, mas foi retomado em 1979. De lá para
cá, não parou mais de promover a leitura entre as comunidades
mais carentes do município.
Em 2008 o projeto passou a atuar com quatro ônibus, atendendo 28 pontos
fixos de São Paulo. Ano passado o projeto contava com apenas um ônibus
com o qual conseguia atender 7 pontos. “A frota cresceu graças a
Secretaria de Transportes de São Paulo que nos doou novos ônibus.
Passamos a abranger mais áreas de São Paulo, nas zonas Norte,
Sul e Leste, priorizando as regiões da periferia, onde o acesso à
cultura é sempre mais difícil”, diz Maria Zenita Monteiro,
responsável pela iniciativa. Em cada ponto dos itinerários de
leitura os ônibus estacionam para oferecer os livros à comunidade,
para consulta ou empréstimos, e promover pequenos eventos, como encontros
com autores, narração de histórias e apresentação
de peças de teatro. São 4 mil livros em cada ônibus, o que
resulta em um acervo total de 130 mil livros. Um ônibus beneficia em média
60 mil pessoas por ano.
“Foi uma surpresa vencer o Vivaleitura, pois o nível dos finalistas
é muito alto”, disse Maria Zenita na cerimônia de premiação.
Segundo ela, a meta do projeto é seguir ampliando sua área de
cobertura, com foco sobretudo na Zona Sul da cidade. “É a maior
região da capital, e a que possui menos instrumentos de cultura”,
explicou Maria.

Categoria 2 – Escolas públicas e privadas
Vencedor: Projeto de Leitura Bibliotecas Escolares: Palavras Andantes (Londrina
– PR)

O trabalho acontece na rede municipal de ensino de Londrina (80 escolas), voltado
para a formação de leitores nas escolas. Criado em 2002, o projeto
tem quatro focos de atuação: formação continuada
dos professores, realização semanal da Hora do Conto, reestruturação
arquitetônica e pedagógica das bibliotecas escolares e ampliação
dos acervos.
O diferencial da iniciativa é a formação dos mediadores,
que fazem a ponte entre o livro e o professor. A formação é
feita por meio de cursos mensais, desenvolvidos pelo próprio projeto.
Até o momento, 135 mediadores já foram formados, beneficiando
mais de 30 mil alunos da rede de ensino pública de Londrina. Segundo
Rovilson José da Silva, responsável pelo projeto, o trabalho mostrou
que não basta exigir que o professor seja um mediador da leitura. “Para
criar uma rede de bibliotecas escolares comprometidas com a leitura de todos,
foi preciso investir em várias frentes, oferecendo serviços, formando
mediadores, ampliando o acervo e cuidando da parte física das bibliotecas
e escolas”.
Na reformulação das bibliotecas, a iniciativa leva em conta a
ergonomia do ambiente de leitura, que deve ter mesas e cadeiras adequadas, e
a parte estética também. “O incentivo à leitura também
depende de um ambiente agradável e organizado”, explica Rovilson.
Mais de 70 bibliotecas escolares já foram reestruturadas pelo Palavra
Andantes.
“Acredito que a eleição do projeto como vencedor atesta a
necessidade de uma política pública de leitura para a formação
de leitores de verdade. Enquanto a biblioteca na escola não for eficiente,
em seu acervo, instalações e serviços, a biblioteca pública
também não o será”, disse Rovilson na cerimônia
de premiação.
Desde o princípio, a iniciativa vem aprimorando as estratégias
para a formação de leitores nas 80 escolas da rede municipal.
Em aproximadamente seis anos de atuação, ampliou os empréstimos
de 72 mil para 650 mil exemplares.

Categoria 3 – Sociedade: ONGs, pessoas físicas, universidades,
faculdades e instituições
Vencedor: Formação de multiplicadores da Expedição
Vaga Lume (São Paulo – SP)

O projeto de formação de multiplicadores busca formar mediadores
de leitura e responsáveis pela implementação e pela gestão
de bibliotecas comunitárias em áreas rurais da Amazônia
Legal Brasileira. É uma iniciativa que nasceu da experiência desenvolvida
há nove anos pela Expedição Vaga Lume, que promoveu o acesso
ao livro em comunidades onde não há materiais impressos.
“Nós começamos com uma iniciativa pequena, com a idéia
que não temos que reter o conhecimento e sim formar multiplicadores que
possam transmiti-lo. Também não queríamos transformar o
programa numa linha de produção, mas trabalhar respeitando as
características e capacidades individuais”, disse Sylvia Guimarães,
responsável pelo projeto.
Segundo ela, muitas pessoas que nem imaginavam ter uma biblioteca perto de casa,
hoje são mediadores de leitura em suas comunidades. Com a experiência,
se tornaram multiplicadores, aumentando o acesso ao livro pra quem está
distante das cidades. O programa já formou mais de 1600 mediadores de
leitura, implantou 127 bibliotecas rurais na região e beneficiou mais
20 mil crianças. Atualmente, 20 equipes estão atuando na região.
Depois de formados, esses agentes tornam-se executores diretor da Expedição
Vaga Lume em seus municípios, desenvolvendo ações com as
Secretarias de Educação. Na formação, os agentes
freqüentam cursos e se comprometem a realizar sessões de mediação
de leitura em suas localidades. Também são preparados para realizar
a gestão das bibliotecas com a participação direta da comunidade,
que decide sobre a organização e funcionamento dos espaços.
“Isso tudo só foi possível, pois construímos uma rede
de pessoas que estão envolvidas no projeto e este prêmio é
um grande incentivo a todos. Tenho certeza que nosso trabalho pode inspirar
outras propostas semelhantes no futuro”, afirmou.

18 de noviembre de 2008

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