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Educação e
Trabalho - Cadernos 5
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| Educação e Trabalho |
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O presente documento que se publica foi realizado no marco do Projeto Regional de Educação e Trabalho, auspiciado e aprovado pela OEA, coordenado e orientado pela Comissão Técnica de Educação Tecnológica do Mercosul.
Este trabalho constitui um estudo e uma proposta metodológica para a compatibilização e comparabilidade dos perfis baseados em competência. Incluem-se assim mesmo os perfis compatibilizados dos setores de Agropecuária e Construção Civil.
Ao tratar o referido documento na XVII Reunião de Ministros de Educação do Mercosul, ficou acordado que os perfis de nível médio técnico das áreas de Agropecuária e de Construção Civil, sejam examinados pelos países com vistas a sua possível adoção nos sistemas educacionais do Mercosul.
O trabalho teve início em Montevideo no ano de 1997 e desde então, até o final do ano de 1999, várias e múltiplas reuniões e seminários foram realizados visando obter o produto aqui apresentado.
Pelo profissionalismo e seriedade com que os técnicos e especialistas de cada país participante trabalharam na construção deste documento, consideramos que constituirá um importante material de consulta, pelos resultados, experiências e avanços conseguidos no desenvolvimento do mesmo.
Um dos desafios da metodologia desenvolvida, foi conseguir instalar um sistema de trabalho pelas equipes técnicas dos nossos países, que lhes permitiria fortalecer suas capacidades e compromissos com a visão regional.
Finalmente, um reconhecimento muito especial para todos os que de uma forma ou de outra foram partícipes deste primeiro documento que constitui todo um exemplo do marco da Integração Regional .
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As propostas que serão apresentadas neste documento partem do princípio que a educação é um processo que não se limita no tempo e no espaço, não se restringe ao ambiente da sala de aula, e leva em consideração os aspectos cognitivos, afetivos, sociais e criativos da personalidade do educando, possibilitando, desta forma, o pleno desenvolvimento do potencial de cada um.
Na educação, os agentes educativos são, portanto, os facilitadores de todo este processo.
Este documento sugere sistematizar critérios e procedimentos para a construção dos perfis de equivalências das competências das diversas áreas profissionais, objeto do Protocolo de Integração Educacional, Revalidação de Diplomas, Certificados, Títulos e Reconhecimento de Estudos de Nível Médio Técnico, aprovado pelos países signatários do Mercosul Educacional em 28 de julho de 1995 na Cidade de Assunção do Paraguai.
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O desafio em superar as barreiras impostas pelas fronteiras políticas e geográficas, os efeitos da globalização e consequente transformações na economia, aponta para a necessidade premente de buscar caminhos que facilitem a continuidade de estudos e o trânsito de profissionais no mercado de trabalho no âmbito do Mercosul.
O cenário mundial tem se alterado substancialmente com seus reflexos em todas as cadeias dos processos produtivos, no mercado de trabalho e em particular nas relações trabalhistas. Assim se elevam as exigências quanto ao desempenho pessoal e profissional dos indivíduos .

O profissional deve ter em mente as mudanças ocorridas no mundo do trabalho, pois hoje, não existe mais o emprego para toda a vida. Portanto, deve-se buscar, permanentemente, através do processo formativo, maior flexibilidade e versatilidade profissional.
A responsabilidade por uma formação permanente, passou a ser compartilhada entre os atores que deverão compor seu perfil com base em competências transferíveis para os vários campos e atividades profissionais.

Tendo sempre presentes as considerações acima, foi iniciada a procura de um consenso para construção de um perfil profissional, que partiu das semelhanças existentes entre as atribuições e as competências dos técnicos de nível médio de cada país. Esta procura não pode ser encarada como uma ameaça à identidade e soberania educacional dos países, pelo contrário, possibilitará uma mais rápida disseminação tecnológica e o resgate de diferenças sociais, pré-requisitos fundamentais para a concretização de um mercado de trabalho integrado.
Nesse sentido, o presente trabalho se propõe a oferecer subsídios para a definição de estratégias e ações para construção deste perfil.
As reformas da educação profissional se baseiam nas grandes transformações mundiais, na enorme demanda pelo acesso a níveis mais elevados de ensino, na busca da formação de cidadãos mais preparados para assimilar tais mudanças, mais solidários, mais críticos e com mais autonomia.
Por outro lado os profissionais da educação, tiveram a necessidade de atualizarem-se de uma maneira permanente, rompendo barreiras e buscando na sua atividade pedagógica uma parceria com o mundo produtivo .

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No âmbito do projeto Educação e Trabalho PET- apoiado pela OEA, a Comissão Técnica Regional de Educação Tecnológica CRT-ET do Mercosul Educacional, propôs a elaboração do perfil comum do técnico de nível médio nas áreas de Agropecuária e Construção Civil. Para tanto, técnicos de cada país em sua respectiva área profissional, reuniram-se, e após longas discussões com o propósito de criar um perfil que pudesse contemplar as necessidades de todos os países, julgamos importante relatar sucintamente o caminho percorrido:
A primeira reunião realizou-se em Montevideo Uruguai na Escola Técnica Buceo em outubro de 1997, onde foram apresentadas as seguintes propostas:
a- Diferentes sistemas educativos de educação técnica no Mercosul, projeções e inovações existentes;
b- Perspectivas conceituais existentes e manejadas sobre a formação profissional por competência no nível do Mercosul;
c- Propostas de mecanismos de integração regional entre as instituições de formação profissional do Mercosul.
A segunda reunião ocorreu em Buenos Aires Argentina no Instituto Nacional de Educação Tecnológica ( INET ) em julho de 1998, onde foram apresentadas as propostas e temas a seguir:
a-As propostas de cada país participante, sobre a reforma da Educação Profissional para ser entendida e estudada posteriormente.
b-A necessidade de elaboração de um glossário de termos técnicos por área profissional para melhor compreensão de todos.
c-A necessidade de aprofundar os estudos, tendo em vista que a maior dificuldade estava nos processos de construção do perfil, que diferiam de país para país.
A terceira reunião foi em Brasília- Brasil no Hotel Nacional em outubro de 1998, com a seguinte temática:
a-Cada país apresentou seu progresso nas áreas profissionais.
b- Com os grupos reunidos por área, foi apresentado um comparativo por país da descrição do(s) processo (s) produtivos e do perfil do egresso.
c- Foram buscadas as semelhanças existentes e as trabalhamos.
d- Foram encontradas dificuldades para o consenso no perfil de conclusão do técnico, pois era diferente para cada país.
e- Houve necessidade de ampliar o glossário de termos técnicos.
f- Buscou-se o perfil do egresso que fosse consenso.
g- Sentiu-se a necessidade de aprofundar, ainda mais, as semelhanças existentes.
A quarta reunião foi em Buenos Aires Argentina no Ministério da Educação, em dezembro de 1998, onde foram discutidas:
a- Nova proposta de cada país com relação às semelhanças encontradas, já apresentando uma análise de: Função, subfunção, competências/habilidades, nível de autonomia/responsabilidade.
b- Foram compatibilizadas e consensuadas estas propostas.
c- O critério de realização das competências ficou pendente para a reunião seguinte.
Na quinta reunião realizada em Buenos Aires Argentina no Instituto Nacional de Educação Tecnológica ( INET ) em setembro 99, discutiu-se os seguintes pontos visando a conclusão dos documentos:
a- Um histórico das reuniões passadas e os níveis que foram alcançados.
b- Revisão do último documento para ajustes.
c- Revisão do glossário.
d- Caracterização da área profissional.
e- Critérios de realização.
f- Consenso do perfil profissional de competências.
Baseados nessa experiência, pretende-se chegar a recomendações que permitam um guia metodológico para os futuros trabalhos em outras áreas profissionais.
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Com base na experiência dos Grupos de Trabalho das Áreas de Agropecuária e de Construção Civil, sugere-se a adoção dos seguintes procedimentos na identificação de novos perfis:
1. Apresentação pelos representantes de cada país do modelo da educação geral e profissional. Essa apresentação deve ser feita de forma clara e objetiva, através de recursos multimídia e com a distribuição de material informativo entre os presentes. Na apresentação deve ser enfocada a estrutura do sistema educacional e mais especificamente da área profissional em questão: pré-requisitos de acesso aos cursos, estrutura curricular, possibilidades de saídas intermediárias e finais, titulações, certificados e diplomas, legislação pertinente e as atribuições laborais específicas.
O conhecimento e o entendimento da realidade educacional de cada país é a primeira etapa e a base para o início dos trabalhos de construção de um Perfil Regional Mercosul, que atenda aos interesses e às necessidades de todos .
2. Análise e a descrição dos processos produtivos da área profissional. Isso implica em:
2.1- Identificar por país as atividades produtivas que integram a área profissional;
2.2 Discutir o processo de realização das atividades, buscando identificar as semelhanças e o consenso entre os países;
2.3 - Organizar as atividades produtivas de forma segmentada e lógica. Esta organização nos leva às funções;
2.4 - Detalhar as atividades produtivas em etapas intermediárias. Identificamos dessa forma as subfunções;
2.5 Identificar as competências das atividades semelhantes, buscando o consenso.
As atividades que são dessemelhantes ficam fora do perfil comum.
A descrição do processo produtivo materializa um cenário abrangente e permite identificar dentro desse amplo cenário, a limitação da participação e o papel do técnico.
Na estruturação do mundo produtivo que compreende a produção de bens, serviços e conhecimentos, o conjunto de atividades produtivas está dividida em áreas profissionais. Cada área profissional agrupa o conjunto de atividades produtivas que apresentam semelhanças nos seus processos produtivos.


3. Identificação do nível de responsabilidade do técnico de nível médio. Dentro de cada subfunção atribuir o nível de responsabilidade do técnico, considerando a seguinte classificação:
Realiza=faz, executa.
Conduz=organiza e controla processos e produtos realizados por terceiros.
Dirige=atribuição restrita ao responsável técnico do produto ou serviço.
4. Especificar os critérios de realização das competências. Trata-se da identificação das exigências que serão feitas no caso da avaliação do desempenho do profissional para fins de revalidação de diplomas, certificados, títulos e reconhecimento de estudos, torna-se necessário especificar os critérios de realização das competências. Ou seja, quais são as exigências que serão feitas no caso da avaliação do desempenho do profissional. Para estabelecer esses critérios é necessário conhecer quais são as exigências que o mercado faz para a realização de cada competência.
Os critérios de realização devem ser abrangentes, claros e precisos, não podem permitir interpretações diversas ou duvidosas.
Os critérios são estabelecidos por cada competência.
5 . Caracterização do perfil. Descreve-se:
a) o alcance das competências adquiridas fixando: competências/habilidades comuns ao desempenho profissional em qualquer país do Mercosul;
b) as possibilidades de desenvolvimento e crescimento profissional dos técnicos de nível médio;
c) as demandas e as oportunidades de trabalho;
d) as interfaces existentes com outras áreas profissionais;
e) os pré-requisitos requeridos para o ingresso na formação;
f) as competências transversais exigidas;
g) os níveis de relacionamento hierárquico;
h) uma breve descrição das funções e subfunções
6 . Caracterização da área profissional
Descrição das atividades inerentes aos processos produtivos de forma clara e objetiva, delimitando os campos de atuação profissional.
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MUNDO DO TRABALHO |
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ÁREAS PROFISSIONAIS |
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ATIVIDADES PRODUTIVAS |
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PRODUÇÃO DE BENS |
PRODUÇÃO DE SERVIÇOS |
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS |
|
Área profissional |
Atividades produtivas |
Funções |
Subfunções |
| 1º passo=> |
2º passo=> |
3º passo=> |
4º passo=> |
| Especificar qual a área profissional em estudo |
Identificar quais as atividades que fazem parte desta área profissional |
Identificar as ocupações comuns a todas as atividades produtivas dentro da área profissional |
Descrever as etapas intermediárias constituintes de cada função |
|
Subfunção |
Competências |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
| 4º passo=> |
5º passo=> |
6º passo=> |
7º passo=> |
| Descrever as etapas intermediárias constituintes de cada função |
Definir o que o profissional deve saber fazer no desempenho da sua atividade. |
Identificar o nível de responsabilidades profissionais do técnico: realiza/conduz/dirige |
Especificar as exigências que serão cobradas na avaliação do desempenho profissional. |
|
Critérios de realização |
Caracterização do perfil |
Caracterização da área |
| 7º passo=> |
8º passo=> |
9º passo |
| Especificar as exigências que serão cobradas na avaliação do desempenho profissional. |
Descreve-se as competências comuns ao desempenho profissional. |
Descrição das atividades da área delimitando o campo de atuação do técnico. |
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Para facilitar o entendimento e a objetividade na consecução dos propósitos dos grupos, o membro, representante de cada país, deve, preferencialmente, ser oriundo do mercado de trabalho, possuir vivência prática e uma visão sistêmica dos processos de produção das diversas atividades produtivas da área profissional que representa, possuir, também, experiência pedagógica, especificamente de docência em instituição de Educação Profissional.
Um representante com estas características, estará em melhores condições de traduzir, as demandas do mundo de trabalho sem posições rígidas.
Este deverá ter, ainda, conhecimento da legislação educacional de seu país, bem como da que regulamenta a atividade profissional de nível médio que está sendo tratada.
É fundamental manter na representação do país o mesmo técnico, do início ao término dos trabalhos. A continuidade e celeridade destes depende, também, da uniformidade da condução do processo. Toda vez que um membro é substituído, questões já superadas voltam a ser discutidas, causando sérios prejuízos à objetividade e qualidade dos trabalhos.
Em resumo, a experiência profissional, a compreensão ampla dos mecanismos, do conhecimento das demandas do mundo do trabalho e a capacidade de trabalhar em equipe são os pré-requisitos básicos para a escolha deste representante.
O procedimento de construção dos perfis profissionais referenciais para o Mercosul deve começar pela socialização dos membros dos Grupos de Trabalho, as relações interpessoais devem conduzir a um clima de cordialidade e amizade que possibilite fluir o entendimento através de debates pragmáticos, isentos de posições ideológicas, corporativistas ou hegemônicas.
Embora a busca de um amplo consenso seja o resultado ideal é fundamental a compreensão que os interesses e a realidade de cada país devem ser preservados e que o consenso pode ser obtido, exclusivamente, através dos pontos de semelhanças existentes entre os perfis curriculares.
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A elaboração de um glossário é a principal base para que os técnicos dos países possam entender o processo de construção do perfil do técnico de nível médio regional do Mercosul, visto que, encontramos dificuldades para empregar alguns termos técnicos, devido a diferença nos vocábulos e seu significado interferir diretamente na tradução de ações para o consenso. Este glossário deve propor, portanto, o consenso entre os termos técnicos empregados na área profissional em pauta.
No desenvolvimento do trabalho, alguns termos utilizados na redação do documento, podem suscitar dúvidas de interpretação, devido as múltiplas utilizações do vocábulo ou mesmo em virtude do sentido ou significação do seu emprego em cada país.
Para facilitar o entendimento e esclarecer o real significado do emprego dessas palavras é recomendável a elaboração de um breve glossário contendo todas as definições precisas (Anexo II).
1. Mundo produtivo
Compreende toda a produção de bens, serviços e conhecimento.
2. Área profissional
Agrupa as atividades produtivas segundo a semelhança existente entre os seus processos de produção.
3. Atividade produtiva
Vetor de produção voltada para uma atividade econômica na geração de bens, serviços ou conhecimentos.
4. Funções
Segmentação da atividade produtiva em ocupações laborais dirigidas prioritariamente para: planejamento e projeto; implantação, execução ou produção e gerenciamento ou manutenção.
5. Subfunções
Detalhamento da produção descrevendo as etapas intermediárias do processo produtivo que são inerentes e completam cada função.
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As conclusões devem conter uma descrição suscinta dos procedimentos desenvolvidos durante o trabalho da equipe, algumas considerações que forem pertinentes para o aperfeiçoamento do processo de construção dos currículos regionais Mercosul e o nome e assinatura de todos os membros participantes .
As recomendações da equipe devem ser pautadas no aprofundamento dos trabalhos em cada país e na troca de informações e experiências, via internet ou qualquer outra forma de comunicação. É necessário, no período de no máximo dois anos, sendo o ideal de um ano, uma reunião com os membros da equipe para revisão e adequação da proposta do perfil, visto, que as demandas do mundo produtivo estão em contínua transformação.
Face à diversidade da formatação das estruturas curriculares, procurar competências semelhantes entre currículos por disciplinas é uma tarefa difícil, em geral. Os currículos por disciplinas não traduzem com objetividade qual o perfil de formação e quais as competências laborais do profissional que se deseja formar.
Foi anexado a este documento os perfis comuns do técnico de nível médio do Mercosul nas áreas de Construção Civil e Agropecuária para que estes possam servir como referência para futuros trabalhos em outras áreas. (Anexo III e IV).
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FUNÇÃO 1 |
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SUBFUNÇÃO 1.1 |
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Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
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realiza |
conduz |
dirige |
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Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
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| Competência 3 |
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| Competência n |
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|
FUNÇÃO 1 |
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SUBFUNÇÃO 1.2 |
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Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
||||
| Competência 3 |
||||
| Competência n |
||||
|
FUNÇÃO 1 |
||||
|
SUBFUNÇÃO 1.n |
||||
Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
||||
| Competência 3 |
||||
| Competência n |
||||
|
FUNÇÃO 2 |
||||
|
SUBFUNÇÃO 2.1 |
||||
Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
||||
| Competência 3 |
||||
| Competência n |
||||
|
FUNÇÃO 2 |
||||
|
SUBFUNÇÃO 2.2 |
||||
Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
||||
Competência 3 |
||||
| Competência n |
||||
|
FUNÇÃO 2 |
||||
|
SUBFUNÇÃO 2.n |
||||
Competências habilidades |
Responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| Competência 1 |
||||
| Competência 2 |
||||
| Competência 3 |
||||
| Competência n |
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01 Caracterização da área
Compreende atividades de produção vegetal, animal, manutenção de equipamentos e infra-estrutura e construções simples, estruturadas e aplicadas de forma sistemática para atender as necessidades de organização e produção dos diversos segmentos da cadeia produtiva, visando a qualidade e sustentabilidade econômica, ambiental e social.
02 Perfil do técnico
O perfil profissional da área de agropecuária alcança as competências que permitem incorporar e desenvolver no meio laboral, nas funções de planificação e gestão, produção vegetal, produção animal, manutenção de equipamentos e infra-estrutura e construções simples.
O técnico em agropecuária estará capacitado para realizar atividades nas distintas fases dos processos produtivos com critérios de rentabilidade, sustentabilidade, responsabilidade e com um relativo grau de autonomia.
Desenvolve suas atividades selecionando o uso de ferramentas ou uso de recursos tecnológicos a sua disposição, aplicando critérios de eficiência e eficácia na cadeia produtiva.
Requer do técnico a capacidade de compreender e fazer-se compreender no meio que deve desempenhar-se e de interpretar as definições surgidas de profissionais das ciências agrárias de nível superior.
Poderá desempenhar-se em explorações agropecuárias, empresas prestadoras de serviços, em organismos governamentais ou não governamentais e ser um empreendedor agropecuário.
03 - Competências básicas e gerais para o perfil de consenso
01. Analisar e avaliar fatores técnicos e econômicos necessários para formular um projeto produtivo
02. Selecionar as produções a serem realizadas e os sistemas produtivos e realiza previsões do seu impacto sobre o meio ambiente
03. Planificar as atividades produtivas e de gestão
1.2.1. Organizar, orientar e controlar a compra e venda e/ou contratação de insumos, produtos, serviços e de recursos humanos aplicando normas de segurança e higiene no trabalho e a legislação e regulamentação nacional e internacional vigentes.
1.2.2. Organizar, orientar e controlar com assessoramento o uso dos recursos financeiros.
1.2.3. Monitorar, controlar, registrar e avaliar a evolução das atividades produtivas tendo em conta fatores biológicos e ambientais pelas técnicas de trabalho aplicadas
1.2.4. Avaliar os resultados sócio-econômicos das produções e exploração
1.2.5. Avaliar o impacto das atividades produtivas sobre o meio ambiente
2.1.1. Avaliar a topografia e as condições físico-químicas do terreno
2.1.2. Selecionar as técnicas a aplicar de acordo com o cultivo ou plantação, condições do terreno e ecossistema
2.1.3. Realizar e controlar as operações de preparo do solo
2.2.1. Selecionar a variedade de sementes, tubérculos, plântulas e outras partes vegetais aptas para multiplicação ou propagação
2.2.2. Aplicar técnicas de tratamento fitossanitário a sementes, plântulas ou partes vegetais aptas para a multiplicação
2.2.3. Determinar a densidade e profundidade de semeio ou plantio
2.2.4. Realizar e controlar o semeio e o plantio
2.3.1. Analisar os fatores ambientais e climáticos que interagem na relação planta x pragas x doenças tomando decisões sobre medidas preventivas, corretivas e/ou sobre necessidade de assessoramento.
2.3.2 Aplicar técnicas de prevenção e controle de pragas e doenças.
2.3.3. Executar e controlar tratos culturais
2.4.1. Selecionar o lugar
2.4.2. Preparar o substrato
2.4.3. Selecionar, colher e acondicionar os materiais de propagação
2.4.4. Executar e controlar as multiplicações e semeio.
2.5.1. Desenhar e implementar sistemas de irrigação.
2.5.2. Operar e controlar sistemas automatizados de irrigação e fertirrigação
2.5.3. Desenhar e implementar sistemas de drenagem .
2.6.1. Planificar, dimensionar, realizar e controlar a colheita
2.6.2. Realizar e controlar a classificação, seleção, acondicionamento, armazenamento e transporte dos produtos.
2.7.1. Conduzir tratores e máquinas automotrizes
2.7.2. Operar e regular os distintos implementos agrícolas de acoplamento e arraste, máquinas, equipamentos e ferramentas
2.7.3. Controlar a correta operação e a eficiência dos trabalhos realizados pelo trator, implementos agrícolas, máquinas, equipamentos e ferramentas
3.1.1. Identificar, classificar e agrupar animais segundo plano de manejo.
3.1.2. Selecionar reprodutores de acordo com características desejadas
3.1.3. Aplicar técnicas reprodutivas
3.1.4. Controlar e atender as fêmeas em fase de gestação, parto e pós-parto
3.1.5. Monitorar as etapas de cria, recria e engorda
3.1.6. Executar as atividades previstas no plano de manejo
3.1.7. Acondicionar os animais e seus produtos para a venda
3.2.1. Aplicar Plano Sanitário
3.2.2. Identificar os sintomas das principais doenças infecciosas, parasitárias, tóxicas e aplicar medidas de emergência
3.2.3. Aplicar a legislação sanitária vigente.
3.3.1. Aplicar um Plano de Alimentação
3.3.2. Identificar e seleccionar alimentos em função do seu valor nutritivo
3.3.3. Preparar alimentos e administrar alimentos concentrados e volumosos
3.3.4. Efetuar reservas e/ou conservação de forragens
3.4.1. Operar e regular as distintas máquinas, equipamentos e ferramentas de uso freqüente nos trabalhos zootécnicos
3.4.2. Controlar a correta operação e eficiência das tarefas realizadas
4.1.1. Programar a manutenção preventiva de máquinas, equipamentos e ferramentas
4.1.2. Realizar e controlar a manutenção preventiva de máquinas equipamentos e ferramentas
4.1.3. Verificar o estado de funcionamento de máquinas, equipamentos e ferramentas
4.1.4. Avaliar a conveniência de reparação simples e/ou a contratação de serviços externos
4.2.1. Desenhar e construir infraestruturas simples e obras e instalações menores
4.2.2. Realizar e controlar a manutenção básica das instalações e obras de infra-estrutura
Estas competências requerem do técnico o domínio profissional complexo em que se mobilizam conhecimentos gerais e específicos, valores, atitudes e habilidades de caráter tecnológico, social, cultural e pessoal que define sua identidade.
Buenos Aires, 06 de outubro de 1999.
Argentina Edgardo Margiotta
Brasil Vítor Brum
Chile Vanessa Arevalo Sciaraffa
Paraguai Cesar Gauto
Uruguai Gabriel Dambrauskas
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO: 1. PLANIFICAÇÃO E GESTÃO |
||||
|
SUBFUNÇAO: 1.1 . PLANIFICAÇÂO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
realiza |
conduz |
dirige |
||
| 01. Analisar e avaliar fatores técnicos e econômicos necessários para formular um projeto produtivo |
X |
X |
Exigência do mercado Condicões agroecológicas da região Objetivo ou exploração Recursos disponíveis |
|
| 02. Selecionar as produções a serem realizadas e os sistemas produtivos e realiza previsões do seu impacto sobre o meio ambiente |
X |
X |
Seleção do cultivo e sistema produtivo Avalia custo/benefício Determina níveis tecnológico Fluxo de caixa Estratégia para implementação |
|
| 1.1.3 Planificar as atividades produtivas e de gestão |
X |
X |
Elabora plano de rotação Serviços, equipamentos, máquinas e ferramentas, instalações, Cronograma de atividades produtivas |
|
OBS: No caso do Brasil, existe restrições para a atuação do técnico de nível médio no nível de autonomia de direção.
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO: 1. PLANIFICAÇÃO E GESTÃO |
||||
|
SUBFUNÇAO: 1.1 . GESTÃO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
realiza |
conduz |
dirige |
||
1.2.1 Organizar, orientar e controlar a compra e venda e/ou contratação de insumos, produtos, serviços e de recursos humanos aplicando normas de segurança e higiene no trabalho e a legislação e regulamentação nacional e internacional vigentes. |
X |
X |
Verifica normas de segurança e higiene no trabalho Logística das atividades produtivas Cumpre legislação vigente |
|
| 1.2.2 Organizar, orientar e controlar com assessoramento o uso dos recursos financeiros. |
X |
X |
Usa recursos financeiros Ajusta fluxo de caixa Gestiona obtenção de recursos financeiros externos |
|
| 1.2.3 Monitorar, controlar, registrar e avaliar a evolução das atividades produtivas levando em conta fatores biológicos e ambientais pelas técnicas de trabalho aplicadas |
X |
X |
Desenha registros de informações Utiliza ferramentas disponíveis incluindo a informática Elabora informes produtivos das atividades |
|
| 1.2.4 Avaliar os resultados sócio-econômicos das produções e explorações |
X |
X |
Obtém indicadores sócio- econômicos Avalia a qualidade e produtividade do produtos obtidos |
|
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.1 PREPARAÇÃO DO SOLO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realizaçâo |
||
realiza |
conduz |
dirige |
||
2.1.1 Avaliar a topografia e as condições físico-químicas do terreno |
X |
X |
Interpreta carta de planialtimetria Interpreta classificação, uso e manejo de solos Interpreta informe de análises físico e químicos dos solos |
|
| 2.1.2 Selecionar as técnicas a aplicar de acordo com o cultivo ou plantação, condições do terreno e ecossistema |
X |
X |
X |
Aplica técnicas de conservação dos solos e meio ambiente Avalia a história do uso de sistema |
| 2.1.3 Realizar e controlar as operações de preparo do solo |
X |
X |
Observa a umidade do solo Seleção do uso de máquinas e implementos |
|
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.2. SEMEIO E PLANTIO. |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
2.2.1 Selecionar a variedade de sementes, tubérculos, plântulas e outras partes vegetais aptas para multiplicação ou propagação |
X |
X |
X |
Tipo de material de propagação e adequado em termos de qualidade, adaptabilidade e sistema produtivo |
| 2.2.2 Aplicar técnicas de tratamento fitossanitário à sementes, plântulas ou partes vegetais aptas para a multiplicação |
X |
X |
X |
Utiliza produtos adequados para tratamento fitossanitário Aplica normas de segurança |
| 2.2.3. Determinar a densidade e profundidade de semeio ou plantio |
X |
X |
X |
População ótima de plantas Considera poder germinativo e vigor em relação a espécie e variedades |
| 2.2.4. Realizar e controlar o semeio e plantio |
X |
X |
X |
População otima de plantas Considera poder germinativo e vigor em relação a espécie e variedade Assegura a distribuição ótima de sementes, plantas e fertilizantes |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.3. TRATOS CULTURAIS E DE PROTEÇÃO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
realiza |
conduz |
dirige |
||
| 2.3.1 Analisar os fatores ambientais e climáticos que interagem na relação planta x pragas x doenças tomando decisões sobre medidas preventivas, corretivas e/ou sobre necessidade de assessoramento. |
X |
X |
Considera agente e ciclo biológico Adota medidas de controle |
|
| 2.3.2 Aplicar técnicas de prevenção e controle de pragas e doenças. |
X |
X |
X |
Manejo integrado de pragas e enfermidades Monitora o nível de dano |
2.3.3. Executar e controla tratos culturais |
X |
X |
X |
Considera o estágio fisiológico Tipo de trabalho Utiliza implementos, máquinas e ferramentas |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.4. INSTALAÇÃO E MANEJO DE SEMENTEIRAS E VIVEIROS |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 2.4.1 Selecionar o lugar |
X |
X |
X |
Orientação em relação aos ventos, sol, topografia e drenagem Recursos hídricos Acesso |
| 2.4.2 Preparar o substrato |
X |
X |
X |
Conhece material mais indicado para o tipo de exploração |
| 2.4.3 Selecionar, colher e acondicionar os materiais de propagação |
X |
X |
X |
Seleciona o método de propagação Elege material a ser propagado Conserva o material em condições adequadas |
| 2.4.4 Executar e controlar as multiplicações e semeio. |
X |
X |
X |
Utiliza métodos de propagação |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.5. IRRIGAÇÃO E DRENAGEM |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
2.5.1 Desenhar e implementar sistemas de irrigação adequados ao sistema de produção e da espécie vegetal |
X |
X |
Localização de sistema de irrigação adequadas aos sistemas de produção e da espécie vegetal |
|
| 2.5.2 Operar e controlar sistemas automatizados de irrigação e fertirrigação |
X |
X |
Utiliza instruções do fabricante Verifica as condições e funcionamento do sistema |
|
2.5.3 Desenhar e implementar sistemas de obras de drenagem de acordo com as condições do terreno, solo e características das espécies vegetais |
X |
X |
Localização de sistemas de drenagem de acordo com condições de solo, terreno e caracterização das espécies vegetais. |
|
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.6. COLHEITA E PÓS-COLHEITA |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 2.6.1 Planificar, dimensionar realizar e controlar a colheita |
X |
X |
Ponto de maturação fisiológico Índice de colheita Minimiza perdas |
|
| 2.6.2 Realizar e controlar a classificação, seleção, acondicionamento, armazenamento e transporte dos produtos |
X |
X |
Seleciona segundo padrões Armazena considerando a conservação ambiental requerida e as normas sanitárias |
|
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:2. PRODUÇÃO VEGETAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 2.7. OPERAÇÃO E REGULAGEM DE MÁQUINAS, IMPLEMENTOS E FERRAMENTAS |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 2.7.1 Conduzir tratores e máquinas automotrizes |
X |
X |
X |
Segue normas de segurança Maneja adequadamente |
| 2.7.2 Operar e regular os distintos implementos agrícolas de acoplamento e arraste, máquinas, equipamentos e ferramentas |
X |
X |
X |
Segue normas de segurança Utiliza adequadamente equipamentos e máquinas |
| 2.7.3 Controlar a correta operação e a eficiência dos trabalhos realizados pelo trator, implementos agrícolas, máquinas, equipamentos e ferramentas |
X |
X |
X |
Otimiza o uso de máquinas implementos e ferramentas |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:3 PRODUÇÃO ANIMAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 3.1. MANEJO GERAL |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 3.1.1 Identificar, classificar e agrupar animais de acordo com a raça, categoria, idade e outros parâmetros de interesse segundo plano de manejo |
X |
X |
X |
Agrupa em categorias por raça idade e outros parâmetros Utiliza métodos de identificação Estabelece critérios de seleção |
| 3.1.2 Selecionar reprodutores de acordo com características desejadas |
X |
X |
Utiliza índices de produção |
|
3.1.3 Aplicar técnicas reprodutivas |
X |
X |
Utiliza métodos de reprodução |
|
| 3.1.4 Controlar e atender as fêmeas em fase de gestação, parto e pós-parto |
X |
X |
X |
Reconhece o estado de prenhez Aplica técnicas próprias de manejo para cada espécie e tipo de exploração Utiliza o registro para controle de parto |
| 3.1.5. Monitorar as etapas de cria, recria e engorda |
X |
X |
X |
Maneja os animais de acordo com as fases de produção Registra o desenvolvimento e crescimento ponderal Obtém índices zootécnicos |
3.1.6 Executar as atividades previstas no plano de manejo |
X |
X |
X |
Cumpre o plano de manejo |
| 3.1.7 Acondicionar os animais e seus produtos para a venda |
X |
X |
X |
Segue padrões de apresentação e qualidade Segue normas sanitárias e de higiene Segue normas de segurança |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:3 PRODUÇÂO ANIMAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 3.2. MANEJO SANITÁRIO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 3.2.1 Aplicar Plano Sanitário |
X |
X |
X |
Cumpre os tratamentos preventivos e curativos |
| 3.2.2 Identificar os sintomas das principais doenças infecciosas, parasitárias, tóxicas e aplica medidas de emergência |
X |
X |
X |
Controla o estado sanitário detectando sintomas e sinais Separa os animais enfermos e informa |
| 3.2.3 Aplicar a legislação sanitária vigente. |
X |
X |
X |
Cumpre com a legislação sanitária vigente |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:3 PRODUÇÃO ANIMAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 3.3 MANEJO NUTRICIONAL |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 3.2.1 Aplicar Plano Sanitário |
X |
X |
X |
Cumpre os tratamentos preventivos e curativos |
| 3.2.2 Identificar os sintomas das principais doenças infecciosas, parasitárias, tóxicas e aplica medidas de emergência |
X |
X |
X |
Controla o estado sanitário detectando sintomas e sinais Separa os animais enfermos e informa |
| 3.2.3 Aplicar a legislação sanitária vigente. |
X |
X |
X |
Cumpre com a legislação sanitária vigente |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO:3 PRODUÇÃO ANIMAL |
||||
|
SUBFUNÇAO: 3.4. OPERAÇÃO E REGULAGEM DE MÁQUINAS, IMPLEMENTOS E FERRAMENTAS |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
realiza |
conduz |
dirige |
||
| 3.4.1 Operar e regular as distintas máquinas, equipamentos e ferramentas de uso freqüente nos trabalhos zootécnicos |
X |
X |
X |
Segue normas de segurança Utiliza adequadamente os equipamentos e máquinas |
| 3.4.2 Controlar, a correta operação e eficiência das tarefas realizadas |
X |
X |
X |
Otimiza o uso de máquinas, implementos e ferramentas |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO: 4. MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS, INFRAESTRUTURA E CONSTRUÇÕES SIMPLES |
||||
|
SUBFUNÇAO: 4.1. PLANIFICAÇÃO |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 4.1.1 Programar a manutenção preventiva de máquinas, equipamentos e ferramentas |
X |
X |
X |
Elabora planilha tendo em conta a orientação do fabricante e o plano de atividades |
| 4.1.2 Realizar e controlar a manutenção preventiva de máquinas equipamentos e ferramentas |
X |
X |
X |
Realiza o programa de manutenção |
| 4.1.3 Verificar o estado de funcionamento de máquinas, equipamentos e ferramentas |
X |
X |
X |
Avalia rendimento de máquinas, equipamentos e ferramentas elaborando relatórios Segue normas de segurança |
| 4.1.4 Avaliar a conveniência de reparação simples e/ou a contratação de serviços externos |
X |
X |
X |
Repara ou contrata serviços externos Segue normas de segurança e higiene no trabalho |
Área: Agropecuária
|
FUNÇAO: 4. MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS, INFRA-ESTRUTURA E CONSTRUÇÕES SIMPLES |
||||
|
SUBFUNÇAO: 4.2. CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO DE INSTALAÇÕES AGROPECUÁRIAS |
||||
Competência /habilidade |
Autonomia / responsabilidade |
Critérios de realização |
||
| realiza |
conduz |
dirige |
||
| 4.2.1 Desenhar e construir infraestruturas simples e obras e instalações menores |
X |
X |
X |
Determina as características, dimensões e materiais necessários para executar a obra Realiza e controla a obra de acordo com as especificações preestabelecidas |
| 4.2.2 Realizar e controlar a manutenção básica das instalações e obras de infra-estrutura |
X |
X |
X |
Determina um plano de manutenção Determina o estado e funcionamento da infra-estrutura e instalações Efetua reparos simples |
O trabalho realizado entre os representantes técnicos da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, pode permitir o alcance para a definição dos critérios de realização ou aceitação de cada competência, assim como a definição sobre o nível de autonomia /responsabilidade proposto para cada uma delas.
Ainda foi possível definir e caracterizar o perfil profissional dentro da área de Agropecuária, estabelecendo as competências gerais, bem como a definição dos âmbitos de desempenho e as competências transversais, que correspondem a este perfil. Também foi possível rever e ampliar o glossário proposto e acordado em dezembro do ano passado.
Como principal consideração, esta comissão técnica recomenda :
Ainda, é de vital importância a continuidade das mesmas equipes de trabalho dentro de cada uma das áreas respectivas, ou mesmo de outras futuras áreas, devido a que cada um dos membros desta equipe se encontram em pleno conhecimento das etapas que se fizeram realizar, para obter as metas parciais até a definição de perfis comuns no Mercosul.
Por outro lado, cada um dos integrantes que compõem o grupo de trabalho desta comissão, consideram que os resultados alcançados se convertem em insumos de relevância, que retroalimentam os próprios sistemas educativos, possibilitando a ampliação do horizonte nacional ou ainda, o horizonte regional.
Argentina Edgardo Margiotta
Brasil Vítor Brum
Chile Vanessa Arevalo Sciaraffa
Paraguai Cesar Gauto
Uruguai Gabriel Dambrauskas
![]()
O perfil profissional da área de Construção civil alcança as competências que permitem acessar e desenvolver o ensino técnico médio nas funções de planificação, gestão e comercialização dos processos, produtos e serviços construtivos.
As competências gerais que fazem referência a este perfil são : interpretação de projetos construtivos realizados por terceiros; elaboração de documentação técnica; planificação de processos construtivos; gestão, administração e controle de processos construtivos planificados por terceiros e finalmente assessoramento técnico a terceiros.
Estas competências se desenvolvem, sob a supervisão do responsável profissional a que corresponda, formando parte de uma equipe de trabalho, ou de forma independente nas áreas ocupacionais mencionadas anteriormente.
Em relação às competências assinaladas, o seu desempenho ocorre no âmbito da produção : oficinas técnicas, obras de construção de edifícios, empresas de produtos ou de serviços relacionadas com o âmbito da construção ou afins.
Atua interdisciplinarmente com técnicos de outras áreas, eventualmente envolvidos na sua atividade ( equipamento e instalações eletromecânicas, outras especialidades da construção, mecânica , produção agropecuária, informática, etc...).
Interpreta as definições surgidas nos níveis hierárquicos correspondentes, gestiona suas atividades específicas, controla a totalidade das atividades requeridas até a sua efetiva conclusão, tendo em conta os critérios de segurança, impacto ambiental, relações humanas e hierárquicas, qualidade, produtividade e custos .
Desenvolve suas atividades selecionando o uso de ferramentas ou recursos tecnológicos a sua disposição, aplicando critérios de eficiência e eficácia na produtividade.
A concretização das competências descritas , requerem do indivíduo a capacidade de compreender e fazer compreender no meio que deve desempenhar-se.
Responsabiliza-se pela realização da totalidade de suas competências / habilidades descritas no quadro anexo e quando corresponde à condução de algumas delas.
Estas competências requerem do técnico o domínio profissional complexo em que se mobilizam conhecimentos gerais e específicos, valores, atitudes e habilidades de caráter tecnológico, social, cultural e pessoal que definem a sua identidade.
O campo ocupacional específico do técnico em construção se define por sua participação sob supervisão ou de uma maneira independente, segundo requerimentos de terceiros em :
| · Planificar processos construtivos |
1.Interpretar projetos construtivos realizados por terceiros. 2.Elaborar documentação técnica. 3.Planificar processos construtivos. |
| · Gestionar Processos Construtivos (Obras novas e de Manutenção) |
1.Gestionar processos construtivos planificados. 2.Administrar processos construtivos planificados 3.Controlar e/ou avaliar processos construtivos planificados. |
| · Comercialização de Produtos e Serviços |
1. Assessorar tecnicamente a terceiros. |
|
FUNÇÃO |
||||
| 1. PLANIFICAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 1.1. INTERPRETAR PROJETOS CONSTRUTIVOS REALIZADOS POR TERCEIROS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Relevar dados técnicos e próprios do projeto |
X |
X |
|
|
| 2. Interpretar um projeto arquitetônico realizado por terceiros |
X |
|||
| 3. Interpretar um projeto de estruturais isostáticas realizado por terceiros |
X |
|||
| 4. Interpretar um projeto de instalações elétricas realizado por terceiros |
X |
|||
| 5. Interpretar um projeto de instalações sanitárias realizado por terceiros |
X |
|||
| 6. Interpretar um projeto de instalações de gás realizado por terceiros |
X |
|||
| 7.Interpretar um projeto de instalações de climatização realizado por terceiros |
X |
|||
| 8.Relevar dados técnicos e próprios do terreno e/ou do entorno. |
X |
X |
||
|
FUNÇÃO |
||||
| 1. PLANIFICAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 1.2. ELABORAR DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMÍA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Elaborar o conteúdo de um projeto arquitetônico realizado por terceiros. |
X |
X |
|
|
| 2. Elaborar o conteúdo de um projeto de estruturas isostáticas realizado por terceiros |
X |
X |
||
| 3. Elaborar o conteúdo de um projeto de instalações elétricas realizado por terceiros |
X |
X |
||
| 4.Elaborar o conteúdo de um projeto de instalações sanitárias realizado por terceiros |
X |
X |
||
| 5.Elaborar o conteúdo de um projeto de instalações de gás realizado por terceiros |
X |
X |
||
| 6.Elaborar o conteúdo de um projeto de instalações de climatização realizado por terceiros |
X |
X |
||
| 7.Projetar detalhes construtivos. |
X |
|||
| 8.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto arquitetônico realizado por terceiros. |
X |
X |
|
|
| 9.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto de estruturas isostáticas realizado por terceiros. |
X |
X |
||
| 10.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto de instalações elétricas realizado por terceiros. |
X |
X |
||
| 11.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto de instalações sanitárias realizado por terceiros. |
X |
X |
||
| 12.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto de instalações de gás realizado por Terceiros. |
X |
X |
||
| 13.Elaborar o emprego de especificações técnicas de um projeto de instalações de climatização realizado por terceiros. |
X |
X |
||
| 14.Gestionar licenças e/ou habilitações |
X |
X |
|
|
|
FUNÇÃO |
||||
| 1. PLANIFICAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 1.3. PLANIFICAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Determinar as quantidades necessárias de materiais, RRHH, e equipamento para obras de pequena ou mediana complexidade. |
X |
X |
|
|
| 2. Orçar obras de pequena ou mediana complexidade ou partes de componentes de obras de grande complexidade que assina. |
X |
X |
|
|
| 3.Realizar o cronograma do processo construtivo para obras de pequena ou mediana complexidade ou partes componentes de obras de grande complexidade. |
X |
X |
|
|
| 4.Avaliar segundo a incidência sobre o projeto, pressupostos de terceiros e adjudicar o informar o resultado |
X |
X |
|
|
|
FUNÇÃO |
||||
| 2. GESTIONAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS (OBRAS NOVAS E DE MANUTENÇÃO) |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 2.1. GESTIONAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS PLANIFICADOS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Interpretar e revisar a planificação dada |
X |
|
||
| 2. Executar a planificação de um processo construtivo para obras de pequena e mediana complexidade. |
X |
X |
|
|
| 3.Assinar tarefas a quadros de trabalho e subcontratos |
X |
X |
|
|
| 4.Controlar ou administrar recursos materiais e equipamentos. |
X |
X |
|
|
| 5.Coordenar RRHH, materiais e equipamentos |
X |
X |
|
|
| 6.Coordenar os subcontratos |
X |
X |
|
|
| 7.Planificar o obrador para obra de pequena o mediana complexidade |
X |
X |
|
|
|
FUNÇÃO |
||||
| 2. GESTIONAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS (OBRAS NOVAS E DE MANUTENÇÃO) |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 2.2. ADMINISTRAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS PLANIFICADOS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Interpretar a legislação trabalhista. |
X |
|
||
| 2. Informar e/ou liquidar saldos e jornadas segundo a legislação trabalhista vigente. |
X |
X |
|
|
| 3. Analisar as competências ocupacionais requeridas do pessoal a contratar e informar e/ou executar a contratação. |
X |
X |
|
|
| 4.Validar os términos técnicos dos subcontratos e informar e/ou executar a contratação |
X |
X |
|
|
| 5.Validar os trabalhos executados para sua liquidação final |
X |
X |
|
|
|
FUNÇÃO |
||||
| 2. GESTIONAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS (OBRAS NOVAS E DE MANUTENÇÃO) |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 2.3. CONTROLAR E/OU AVALIAR PROCESSOS CONSTRUTIVOS PLANIFICADOS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de arquitetura |
X |
X |
|
|
| 2. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de estruturas isostáticas |
X |
X |
||
| 3. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de instalações elétricas |
X |
X |
||
| 4. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de instalações sanitárias |
X |
X |
||
| 5. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de instalações de gás |
X |
X |
||
| 6. Controlar a qualidade dos produtos, processos e os procedimentos relativos aos processos construtivos de projetos de instalações de climatização |
X |
X |
||
| 7.Prevenir as condições de segurança, higiene e insalubridade, controlando as condições de trabalho associadas. |
X |
X |
|
|
| 8.Identificar patologias. |
X |
|
||
| 9.Controlar a manutenção de a obra durante o desenvolvimento da mesma e posterior a sua finalização (sistemas de garantia de qualidade) |
X |
X |
|
|
| 10.Reorientar os processos construtivos que se acham desviados da planificação dada |
X |
X |
|
|
| 11.Controlar o avanço da obra |
X |
X |
|
|
|
FUNÇÃO |
||||
| 3. COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS |
||||
| SUBFUNÇÃO |
||||
| 3.1. ASSESSORAR TECNICAMENTE A TERCEIROS |
||||
COMPETÊNCIA / HABILIDADE |
AUTONOMIA RESPONSABILIDADE |
CRITÉRIOS DE REALIZAÇÃO |
||
R |
C |
D |
||
| 1. Assistir ao departamento de vendas, na comercialização dos produtos ou processos construtivos. |
X |
|
||
2. Intervir no processo de seleção, aquisição, assessoramento e/ou comercialização dos produtos e/ou processos construtivos. |
X |
|
||
| 3.Assessorar os projetos de terceiros, mediante a execução de serviços profissionais especializados. |
X |
X |
|
|
![]()
O trabalho realizado entre os representantes técnicos da Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai, pode permitir o alcance para a definição dos critérios de realização ou aceitação de cada competência, assim como a definição sobre o nível de autonomia /responsabilidade proposto para cada uma delas.
Ainda foi possível definir e caracterizar o perfil profissional dentro da área de Agropecuária, estabelecendo as competências gerais , bem como a definição dos âmbitos de desempenho e as competências transversais, que correspondem a este perfil. Também foi possível rever e ampliar o glossário proposto e acordado em dezembro do ano passado.
Como principal consideração, esta comissão técnica recomenda :
Além disso, é de vital importância a continuidade das mesmas equipes de trabalho dentro de cada uma das áreas respectivas, ou mesmo de outras futuras áreas, devido a que cada um dos membros desta equipe se encontram em pleno conhecimento das etapas que se fizeram realizar, para obter as metas parciais até a definição de perfis comuns no Mercosul.
Por outro lado, cada um dos integrantes que compõem o grupo de trabalho desta comissão, consideram que os resultados alcançados se convertem em insumos de relevância, que retroalimentam os próprios sistemas educativos, possibilitando a ampliação do horizonte nacional ou ainda, o horizonte regional.
Argentina Arq. Fernando Paoletti
Brasil Ing. Moacyr Samarcos
Chile Prof. Manuel Godoy
Paraguay Arq. Carlos Genes
Uruguay Arq. Andrea Laarghero
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01 Área profissional: Conjunto de atividades ocupacionais que apresenta semelhanças no processo produtivo. (Fonte CRT-ET)
02 Atividade ocupacional: Ação que exige conhecimentos científicos, tecnológicos e técnicos, necessárias à execução de tarefas e operações que requeiram formação básica similar.
03 Família profissional: Ver definição de Área Profissional.
04 Família ocupacional: Conjunto de ocupações relacionadas entre si pelas afinidades do trabalho executado e que exigem conhecimentos, atitudes e habilidades análogas ou similares.
05 Competências: Operações mentais, cognitivas, sócio-afetivas e psicomotoras que precisam ser apropriadas para geração de habilidades específicas para o exercício profissional.
06 Funções: Etapas do processo produtivo estabelecidas segundo a vocação das empresas e profissionais que atuam no mundo do trabalho.
07 Subfunções: Frações integrantes de um conjunto de ações que visam desenvolver uma etapa do processo produtivo. Ver o termo Processo Produtivo.
08 Habilidade: Conjunto de atitudes, conhecimentos e capacidades para desenvolver uma ocupação conforme o grau de exatidão requerida.
09 Módulo: Unidade pedagógica autônoma e completa em si mesma, planejada segundo determinadas proporções, destinadas a unir-se ou ajustar-se a outras unidades análogas formando um todo homogêneo e funcional que levem a uma habilitação profissional, parcial ou plena. Ver o termo Terminalidade.
10 Base científica: Conjunto organizado de conceitos e princípios das ciências, especialmente os obtidos mediante a maturação, experiência dos fatos e o desenvolvimento do raciocínio lógico, cujas interpretações e aplicações trazem repercussões sobre os processos e geração de tecnologias.
11 Base instrumental: Domínio das ferramentas básicas que possibilitam a efetiva compreensão das bases científicas e tecnológicas.
12 Base tecnológica: Conjunto dos métodos técnicos, termos e padrões específicos do processo de produção desenvolvidas a partir das bases científicas e instrumentais.
13 Polimodal:Tipo de educação que se organiza através de um núcleo comum de competências básicas, que se desenvolvem através da formação geral. Esta se articula com diferentes alternativas de formação, orientadas para dar lugar a várias modalidades que contextualizam as competências fundamentais em grandes campos de conhecimento e desenvolvimento social e produtivo.
14 Sistema dual en alternância: Estratégia didática utilizada na concepção de um projeto educativo no qual a formação prática do aluno é completada em unidades econômicas de produção, em períodos alternados e seqüenciais à formação teórica na instituição educacional
15 Sistema dual em concomitância: Estratégia didática utilizada na construção de um processo educativo, na qual a formação prática do aluno é completada, paralelamente à formação teórica, em unidades econômicas de produção ou unidades educacionais.
16 Perfil profissional: Conjunto de competências e habilidades necessárias ao exercício de uma profissão.
17 Terminalidade: Etapa ou fase de um processo educativo que assegura ao educando a certificação de conhecimentos, habilidades e atitudes, que o permitem ingressar, em diferentes níveis de ocupação, no setor produtivo.
18 Processo produtivo: Método sistemático e definido de fazer algo, geralmente envolvendo certo número de procedimentos ou operações, conjunto de recursos e atividades interrelacionadas que transformam insumos ( entradas ) em produtos ( saídas ).
19 Área de competência: Determinado campo do saber ou do setor produtivo no qual se desenvolvem atividades ou habilidades através de um conjunto organizado de conhecimentos científicos, tecnológicos e técnicos.
20 Unidades de competência: Partes de um conjunto de conhecimentos, técnicas e habilidades inerentes a realização de uma tarefa ou função. Ver o termo Atividade Ocupacional.
21 Destreza: Agilidade e habilidade manual de todos os movimentos necessários para executar determinados trabalhos, em tempo compatível e com o grau de exatidão requerida.
22 Níveis de qualificação: Estágios de domínio dos fundamentos científicos e tecnológicos e de técnicas que caracterizam o processo produtivo, associado ao desenvolvimento de um ramo profissional específico.
23 Níveis de certificação:: Reconhecimento formal de um estágio que engloba determinados conhecimentos científicos, técnicos e tecnológicos, correspondentes a uma atividade ocupacional vinculada a um programa de ensino ou a um programa de avaliação.
24 Título: Designação de natureza acadêmica ou profissional de uma atividade ocupacional.
25 Figura profissional: Pessoa voltada para certa atividade, ocupação ou profissão, atuando individual e coletivamente quanto concerne às condições de trabalho, no meio social.
26 Ocupação: Conjunto definido de tarefas, deveres e responsabilidades, que dentro de certas condições, constituem o trabalho regular de um ou mais indivíduos.
27 Posto de trabalho: Oportunidade de emprego ou trabalho no contexto do mundo produtivo.
28 Investigação/ pesquisa: Estudo sistemático com o fim de descobrir ou estabelecer fatos ou princípios relativos a um campo qualquer do conhecimento.
29 Capacidades: É um conjunto de aptidões que o indivíduo coloca em ação em diferentes situações.
30 Tarefa: Passos de uma rotina de trabalho predominantemente no domínio do fazer que exige de quem o realiza, dedicação de tempo, conhecimentos, atitudes e habilidades e, deve ser realizada segundo um processo estabelecido.
31 Especialidaes: Orientações direcionadas para as áreas particulares do conhecimento, relacionadas diretamente com as atividades profissionais específicas.
32 Bacharelado: Modalidade de ensino existente no Paraguai e Uruguai, equivalente ao Nível Médio ou Técnico no Brasil e ao Ciclo Superior ou Técnico na Argentina.
33 Formação profissional: Ação de ministrar, sistematicamente, um conjunto organizado de conteúdos teóricos e práticos, com o fim de qualificar para a vida profissional para quem não possui conhecimentos prévios de uma ocupação.
34 Educação básica: Educação geral que permite gerar informações usadas para solucionar problemas concretos na produção do conhecimento, bens ou gestão e prestação de serviços.
35 Formação básica: Formação destinada a transmitir os conhecimentos essenciais para uma ocupação ou grupo de ocupação, com o objetivo de qualificar imediatamente para o emprego ou, de proporcionar os elementos básicos para etapas posteriores de formação.
36 Educação média: Ou Ensino Médio, é um nível de ensino correspondente a etapa final da Educação Básica, com duração de três ou quatro anos equivale ao Ciclo Superior, na Argentina e, ao Bacharelado, no Uruguai e Paraguai.
37 Orientação: Diferentes ênfases ( vertentes ) nas quais se pode direcionar uma especialidade.
38 Especialização: Modo de formação destinado a trabalhadores que desempenham ocupações qualificadas com o propósito de capacitá-los para exercer uma ocupação altamente qualificada, afim de que possam desempenhar uma ou várias fases particulares de um processo ou atividade para o qual são exigidos conhecimentos completos e profundos de técnicas específicas de sua ocupação.
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01 Gestão Administrar os recursos humanos, econômicos e insumos planificados em ordem cronológica e seqüencial desde a concepção do projeto produtivo até a sua comercialização.
02 Formular Expor com precisão os detalhes de um projeto produtivo, justificando a alternativa escolhida.
03 Manejo Conjunto de atividades realizadas sobre animais, vegetais e outros recursos naturais com finalidades produtivas que requerem um grau de conhecimento dos processos biológicos envolvidos.
04 Habilitação Possibilidade de acesso a um posto de trabalho como conseqüência de uma titulação.
05 Planificar Elaborar um plano prévio para a execução de um processo produtivo.
06 Organizar Ordenar e dar prioridades às partes de um processo produtivo.
07 Administrar Prever e coordenar os recursos econômicos, financeiros, de mão-de-obra e ou materiais de instalações, maquinárias e ferramentas para dar cumprimento as fases em execução.
08 Controlar Comparar o produto ou processo com parâmetros pré-estabelecidos e se necessário reorientar os processos.
09 Avaliar Emitir opinião sobre o cumprimento dos parâmetros ou indicadores pré-estabelecidos.
10 Executar Fazer, realizar.
11 Assessorar Oferecer uma opinião técnica de apoio.
12 Produto Parte ou resultado de um processo produtivo.
13 Manutenção Conservação de um bom nível funcional de instalações, maquinárias, ferramentas utilizadas no processo produtivo.
14 Processo de produção Conjunto de atividades organizadas de acordo com uma lógica que tem possibilidade de obter um produto.
15 Recursos Conjunto de trabalhadores, terra e capital aplicados a um processo produtivo.
16 Informe técnico Relato descritivo com fins informativos e ou conclusivos.
1- Elabora: Processo cujas ações compreendem a procura de antecedentes, o ordenamento e a interpretação da informação e sua transformação em uma documentação técnica.
2 - Desenvolve: Processo de interpretação e graficação de informação recebida segundo normas de desenho técnico e simbologias pertinentes.
3 - Projeta: Resolução de uma situação construtiva graficada em um plano.
4 - Planifica: Elabora um plano de obra prévio à execução de um processo produtivo.
5 - Releva: Identifica, seleciona e tramita informações necessárias para a concreção de um objetivo ou requerimento determinado.
6 - Gestiona: Compreende as funções de organizar, administrar, coordenar, controlar a qualidade e as condiciones de segurança, e avaliar os produtos e processos de construção civil.
7 - Organiza: Ordena e dá prioridade às partes de um processo produtivo.
8 - Administra: Prevê e coordena os recursos necessários económicos, de mão de obra e/ou materiais e/ou de maquinárias e ferramentas para dar cumprimento às fases em execução.
9 - Controla: Compara um produto ou processo com parâmetros pré-estabelecidos e de ser necessário reordena o processo de construção.
10 - Avalia: Emite opinião sobre o cumprimento dos parâmetros ou indicadores preestabelecidos.
11 - Identifica: Reconhece as características próprias e/ou anômalas de um determinado produto.
12 - Executa: Faz, realiza.
13 - Assessora: Oferece uma opinião técnica de apoio.
14 - Liquida: Prepara a documentação que habilita um pagamento ou retribuição.
15 - Valida: Constata assumindo a responsabilidade pelo cumprimento de um determinado acordo celebrado.
16 - Produto: Partes ou resultados de um processo produtivo.
17 - Mantimento: Conservação do bom estado estético e/ou funcional dos elementos construtivos.
18 - Documentação técnica: Conjunto de especificações técnicas, planos, planilhas, cronogramas, memórias técnicas, cômputos e propostas e de toda outra documentação técnica necessária para a execução e/ou comercialização de uma obra.
19 - Processo de produção: Conjunto de atividades organizadas de acordo a uma lógica dada que fazem possível a concreção de um produto construtivo.
20 - Recursos: Conjunto de trabalhadores, materiais, equipamentos, máquinas, ferramentas, valores monetários aplicados a um processo construtivo dado.
21 - Patologias simples: Anomalias detectáveis à simples vista.
22 - Relatório técnico: Relato descritivo com fins informativos e/ou conclusivos.
23 - Salários: Formas de retribuição económica por um serviço prestado.
24 - Realiza: Faz, executa.
25 - Conduz: Organiza e controla processos, produtos de construções realizados por equipes de trabalho.
26 - Layout: Organização e distribuição do fluxo funcional.
27 - Equipamento: Conjunto de equipamentos, máquinas e ferramentas.
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