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OEI aposta nas vocações científicas para romper as barreiras de gênero

OEI . 09/02/2018
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Para comemorar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência no domingo, 11 de fevereiro de 2018, a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) destaca a importância de promover as vocações científicas de mulheres e meninas para alcançar um mundo mais inclusivo.

Em nosso país, meninos e meninas têm uma imagem predominantemente masculina de cientistas. De fato, na Espanha, a presença de mulheres em carreiras técnicas como Física ou Engenharia não atinge 30%. No caso da Ibero-América como um todo, apenas 20% das meninas optam pela área da ciência em seus estudos de graduação, de acordo com o Observatório Ibero-Americano da Ciência, Tecnologia e Sociedade (Observatório CTS).

Por esta razão, a OEI apoia, em países como a  Costa Rica, a formação científica e empresarial de meninas no ensino médio e já obteve resultados consideráveis. Por meio de seu projeto Iberdivulga, a organização publicou mais de uma centena de artigos de professores da Comunidade de Educadores para a Cultura Científica, como “Não quero ser uma princesa, quero ser uma física quântica e estudar antimatéria". A OEI é pioneira na pesquisa sobre a relação entre ciência e gênero, realizando em 2003-2004 com a Unesco Montevidéu, o primeiro estudo comparativo sobre a situação das mulheres na ciência e na tecnologia em diversos países ibero-americanos.

O trabalho desenvolvido pela OEI para a promoção das vocações científicas de meninas e mulheres tem sido destacado em inúmeros meios de comunicação, como a Cadena SER.

 
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