Resultados das edições anteriores

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A Organização de Estados Ibero-americanos - OEI, seu Instituto Ibero-americano de Educação em Direitos Humanos - IDEDH e a Fundação SM convocaram, em 2015, a primeira edição do Prémio Ibero-americano de Educação em Direitos Humanos. Esta edição do premio contou com duas etapas fundamentais, a primeira de ordem nacional, na qual cada país da região selecionou um vencedor de acordo com a convocatória e os requisitos estabelecidos.

Entre os mais de 300 projetos apresentados nos 18 países da região, o júri do Primeiro Prémio Ibero-americano de Educação em direitos humanos Óscar Arnulfo Romero anunciou como o vencedor do concurso o projeto “Mulheres Inspiradoras”, do Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia no Brasil, que chegou à final com os 17 ganhadores dos demais países participantes. Além disso, foram realizadas duas menções especiais para os projetos da Argentina, Costa Rica e Peru.

Em 2017, foi lançada a segunda edição do Prémio, da qual participaram 390 propostas de 19 países da região e cuja temática foi diversificada: desde o uso do cinema, o swing ou o rap, a fim de promover a convivência e os direitos humanos e conseguir a recuperação de bibliotecas populares como espaços para a memória coletiva, até as atividades de conscientização ambiental dos mais jovens. Diferentemente da primeira edição, foram premiadas duas experiências por cada categoria.

Na categoria A: Escolas (educação formal) o 1º prémio foi dirigido ao projeto “Sócio Produtivo (PSP): Ensino dos Direitos Humanos da Mulher” das Unidades Educacionais Caleria e Cohana da Bolívia, que promove a participação dos alunos e o conhecimento dos direitos humanos, particularmente dos direitos da mulher, para lutar contra a discriminação. Por sua vez, o 2º prémio foi entregue para a Escola Normal Superior Juan Ladrilleros da Colômbia com o projeto de mediadores escolares para a resolução de conflitos.

Na categoria B: Organizações da sociedade civil (ONGs) e de educação não formal o 1º prémio foi para: “Implementação de eco tecnologias” da Infant Peru com um projeto de eco tecnologias para melhorar a qualidade de vida de meninos, meninas e adolescentes das comunidades ribeirinhas de Belém. O Museu da Palavra e da Imagem de El Salvador conquistaram o 2º prémio nesta categoria com: “Revezamentos geracionais para a educação em direitos humanos”, um projeto que pretende que os jovens adquiriram habilidades para defender seus direitos.

O júri também concedeu menções especiais aos projetos “Capazes” da Espanha do IES Almina da Cidade Autônoma de Ceuta, que promove a educação inclusiva, a aprendizagem e a solidariedade para transformar a sociedade e “Corporação Parque pela Paz Villa Grimaldi“ do Chile, que promove uma cultura de direitos humanos vinculada ao passado e à memória crítica.

Da mesma forma, na segunda convocatória foi criado um material que sistematizava as experiências vencedoras da primeira edição como um guia de boas práticas, para reproduzir esses propósitos e multiplicar seu impacto.